De repente, a presença de Deus me submergiu e me vi em Roma, na capela do Santo Padre, embora, ao mesmo tempo, eu me encontrasse na nossa capela. A solenidade do Santo Padre e de toda a Igreja estava estreitamente unida com a nossa e, de maneira especial, com a da nossa congregação. E eu participava, ao mesmo tempo, da solenidade em Roma e em nossa capela. Essa solenidade estava tão intimamente unida com Roma que, embora eu esteja escrevendo, não posso distingui-las, mas assim é, isto é, assim eu vi. Eu vi na nossa capela Nosso Senhor exposto no ostensório no altar-mor. A capela estava solenemente enfeitada e, nesse dia, estava aberta a todos quantos quisessem entrar. A multidão era tão imensa que eu não podia abarcá-la com a vista. Todos participavam com grande alegria dessa solenidade, e muitas pessoas receberam o que pediram. A mesma solenidade se realizava em Roma, num belo Santuário, e o Santo Padre celebrava com todo os clero. De repente, vi S. Pedro, que se colocou entre o altar e o Santo Padre. Eu não podia ouvir o que S. Pedro dizia, mas percebi que o Santo Padre entendia as suas palavras... Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1044]. Jesus eu confio em Vós.
Graças e louvores se deem a todo o momento.
Ao santíssimo e diviníssimo Sacramento.
TODOS UNIDOS, ALEGRES CANTAVAM, GLÓRIA E LOUVORES AO SENHOR
GLÓRIA AO PAI, GLÓRIA AO FILHO, GLÓRIA AO ESPÍRITO DE AMOR
EU LOUVAREI, EU LOUVAREI, EU LOUVAREI AO MEU SENHOR
EU LOUVAREI, EU LOUVAREI, EU LOUVAREI AO MEU SENHOR
SOMOS FILHOS, DE TI PAI ETERNO, TU NOS CRIASTE POR AMOR
NÓS TE ADORAMOS, TE BENDIZEMOS, E TODOS CANTAMOS TEU LOUVOR.



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