quarta-feira, 30 de junho de 2021

Obrigada Senhor.


 O terceiro é a oração e as obras de misericórdia não obrigatórias por voto, mas, pela sua realização, as pessoas poderão participar de todos os méritos e privilégios da comunidade. A este grupo podem pertencer todas as pessoas que vivem no mundo. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1157]. Jesus eu confio em Vós.

Para celebrar os 150 anos da declaração do Esposo de Maria como Padroeiro da Igreja Católica, o Papa Francisco convoca o "Ano de São José" De 08/12/2020 a 08/12/2021

Salve, guardião do Redentor e esposo da Virgem Maria! A vós, Deus confiou o seu Filho; em vós, Maria depositou a sua confiança; convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem, e defendei-nos de todo o mal. Amém.

MARAVILHOSA ORAÇÃO A SÃO JOSÉ

Ave, José, homem justo, a sabedoria está convosco, bendito sois vós entre todos os homens e bendito é Jesus, o fruto de Maria, vossa fiel esposa. São José, digno pai e protetor de Jesus Cristo, rogai por nós pecadores, e obtende-nos de Deus a divina Sabedoria, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Santos Protomártires da Igreja Romana
Os primeiros mártires da Igreja, celebrados após a festa dos apóstolos fundadores São Pedro e São Paulo, são as numerosas vítimas da perseguição do imperador Nero, iniciada após o incêndio de Roma a 19 de julho de 64. Trata-se, em geral, de mártires dos quais se perderam as respectivas fontes biográficas.

Oração: Deus, Pai de Bondade, fazei que pelo exemplo dos Santos Mártires, nós também possamos dar testemunho de uma força inabalável e da alegria da vitória pela ressurreição de Vosso Filho Jesus. Amém.
Obrigado Senhor
Querido Deus muito obrigada por exatamento tudo

terça-feira, 29 de junho de 2021

Salve Santos Juninos!!!


 O segredo é a oração unida com a obra de misericórdia. Especialmente defenderão do mal as almas das crianças. A oração e as obras de misericórdia encerram em si tudo que esses almas devem fazer; e na sua comunidade podem ser aceitas até as mais pobres, e, no mundo egoísta, procurarão despertar o amor, a misericórdia de Jesus. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1156]. Jesus eu confio em Vós.
Oração do Anjo da Guarda
Celeste amigo, Eu o saúdo, você me acompanha antes mesmo de que eu fosse concebido.
Eu te amo por sua constância e pelo tempo que dedica a mim.
Eu lhe agradeço porque sua vida só tem uma meta, servir.
Eu o abençoo porque é parte de Deus, expressão do seu amor.

Divino aliado, faça com que eu possa compreender que nunca estou sozinho, com a simples invocação da sua presença.
Que eu possa superar meus medos confiando no seu amparo.
Que eu ilumine os sentimentos negativos sabendo que você sempre está do meu lado para me apoiar quando desperto meu desejo para o bem.
Permita que eu olhe sua face para compreender o passado, confiar no futuro e por um momento viver o presente, este eterno agora que é a forma humana de abordar o infinito.
Invisível companheiro que eu seja capaz de sentir sua presença na minha vida para compreendê-lo e amá-lo a cada dia mais. Amém.

PAPA FRANCISCO E OS SANTOS APÓSTOLOS PEDRO E PAULO
Na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, às 9h30 na Basílica Vaticana, o Santo Padre Francisco abençoou o Palli, retirado da Confissão do Apóstolo Pedro e destinado aos Arcebispos Metropolitanos nomeados durante o ano. O pálio será então imposto a cada Arcebispo Metropolitano pelo Representante Pontifício na respectiva Sé Metropolitana.

Depois do rito de bênção dos Palli, o Papa presidiu a Celebração Eucarística com os Cardeais, com os Arcebispos Metropolitanos e com os Bispos Sacerdotes.

Como de costume, por ocasião da festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Padroeiros da Cidade de Roma, uma Delegação do Patriarcado Ecumênico esteve presente na Santa Missa liderada pelo Metropolita de Calcedônia Emmanuel Adamakis, acompanhado pelos Ortodoxos Gregos Metropolita de Buenos Aires Iosif Bosch e pelo Diácono Patriarcal Barnabas Grigoriadis.

Durante a Celebração Eucarística, após a leitura do Evangelho, o Santo Padre fez a homilia que relatamos a seguir:

Homilia do Santo Padre

Dois grandes Apóstolos, apóstolos do Evangelho , e duas colunas da Igreja: Pedro e Paulo. Hoje celebramos sua memória. Observemos de perto estas duas testemunhas da fé: no centro da sua história não está a sua habilidade, mas no centro está o encontro com Cristo que mudou as suas vidas. Experimentaram um amor que os curou e libertou e, por isso, tornaram-se apóstolos e ministros da libertação para os outros.

Pedro e Paulo são livres apenas porque foram libertados . Detenhamo-nos neste ponto central.

Pedro, o pescador da Galileia, foi antes de tudo libertado do sentimento de inadequação e da amargura do fracasso, e isso aconteceu graças ao amor incondicional de Jesus. Embora ele fosse um pescador experiente, ele experimentou várias vezes, no meio do a noite, o gosto amargo da derrota por não ter apanhado nada (cf. Lc 5, 5; Jo 21, 5 ) e, perante as redes vazias, foi tentado a puxar os remos para o barco; apesar de forte e impetuoso, muitas vezes se deixou dominar pelo medo (cf. Mt 14,30); apesar de ser um discípulo apaixonado do Senhor, ele continuou a raciocinar no mundo sem ser capaz de compreender e acolher o significado da Cruz de Cristo (cf. Mt.16,22); ainda que dissesse que estava pronto a dar a vida por ele, bastava-lhe sentir-se suspeito de ser um dos seus para se assustar e negar o Mestre (cf. Mc 14,66-72).

Mesmo assim, Jesus o amou livremente e apostou nele. Ele o encorajou a não desistir, a lançar suas redes ao mar novamente, a andar sobre as águas, a olhar com coragem para sua própria fraqueza, a segui-lo no caminho da Cruz, a dar sua vida por seus irmãos, para pastorear suas ovelhas. Assim o livrou do medo, dos cálculos baseados unicamente na segurança humana, das preocupações mundanas, dando-lhe a coragem de arriscar tudo e a alegria de se sentir um pescador de homens. Ele chamou-se a confirmar os seus irmãos na fé (cf. Lc 22,32). Deu-lhe - ouvimos no Evangelho - as chaves para abrir as portas que conduzem ao encontro com o Senhor e o poder de ligar e desatar: ligar os irmãos a Cristo e desfazer os nós e as correntes da sua vida (cf.Mt 16:19).

Tudo isso só foi possível porque - como nos dizia a primeira leitura - Pedro foi o primeiro a ser libertado. As correntes que o prendiam foram quebradas e, assim como aconteceu na noite da libertação dos israelitas da escravidão no Egito, ele é convidado a se levantar rapidamente, colocar o cinto e amarrar as sandálias para sair. E o Senhor abre as portas diante dele (cf. Atos 12 : 7-10). É uma nova história de abertura, de libertação, de correntes quebradas, de sair da prisão que mantém. Pedro vive a Páscoa: o Senhor o libertou .

O apóstolo Paulo também experimentou a libertação de Cristo. Foi libertado da escravidão mais opressora, a de si mesmo, e de Saul, nome do primeiro rei de Israel, passou a ser Paulo, que significa “pequenino”. Ele também foi libertado do zelo religioso que o tornava implacável na defesa das tradições recebidas (cf. Gl 1,14) e violento na perseguição aos cristãos. Ele foi lançado. A observância formal da religião e a defesa da tradição com espadas, em vez de abri-lo ao amor de Deus e dos irmãos, o haviam tornado rígido: era um fundamentalista. Disto Deus o livrou; e, pelo contrário, não poupou muitas fragilidades e dificuldades que a tornaram mais fecunda a sua missão evangelizadora: os trabalhos apostólicos, as enfermidades físicas (cf. Gal.4,13-14); violência , perseguição, naufrágios, fome e sede e, como ele mesmo conta, um espinho que o atormentava na carne (cf. 2 Cor 12, 7-10).

Paulo entendeu assim que «Deus escolheu o que há de fraco no mundo para confundir os fortes» (1 Cor 1, 27), que tudo podemos fazer naquele que nos fortalece (cf. Fl 4, 13), que nada o pode. sempre nos separe de Seu amor (cf. Rm 8 : 35-39). Por isso, no final da sua vida - dizia-nos a segunda leitura - Paulo pode dizer: «o Senhor estava perto de mim» e «me livrará de todo o mal» ( 2 Tm 4,17,18). Paulo teve a experiência da Páscoa: o Senhor o libertou .

Queridos irmãos e irmãs, a Igreja olha para estes dois gigantes da fé e vê dois Apóstolos que divulgaram o poder do Evangelho no mundo, apenas porque primeiro foram libertados do encontro com Cristo. Ele não os julgava, não os humilhava, mas compartilhava sua vida com carinho e proximidade, apoiando-os com sua própria oração e, às vezes, chamando-os para sacudi-los para a mudança. Jesus disse ternamente a Pedro: «Rezei por ti, para que a tua fé não desfaleça» ( Lc 22,32); a Paulo ele pergunta: "Saulo, Saulo, por que você está me perseguindo?" ( Em9.4). É o que Jesus também faz conosco: assegura-nos da sua proximidade, rezando por nós e intercedendo junto ao Pai; e ela nos repreende gentilmente quando cometemos um erro, para que possamos encontrar forças para nos levantar e retomar a jornada.

Tocado pelo Senhor, nós também somos libertos. E sempre precisamos ser libertados, porque só uma Igreja livre é uma Igreja credível. Como Pedro, somos chamados a ser livres da sensação de derrota em face de nossa pesca às vezes malsucedida; estar livre do medo que nos imobiliza e nos amedronta, fechando-nos em nossas certezas e tirando a coragem da profecia. Como Paulo, somos chamados a ser livres da hipocrisia da exterioridade; estar livre da tentação de nos impormos com a força do mundo, e não com a fraqueza que dá lugar a Deus; livre de uma observância religiosa que nos torna rígidos e inflexíveis; livre de vínculos ambíguos com o poder e do medo de ser mal interpretado e atacado.

Pedro e Paulo dão-nos a imagem de uma Igreja confiada às nossas mãos, mas conduzida pelo Senhor com fidelidade e ternura - é Ele quem conduz a Igreja -; de uma Igreja fraca, mas forte na presença de Deus; a imagem de uma Igreja libertada que pode oferecer ao mundo aquela libertação que não pode ser dada por si mesma: a libertação do pecado, a morte, a resignação, o sentimento de injustiça, a perda da esperança que faz a vida das mulheres e dos homens do nosso tempo.

Perguntemo-nos hoje, nesta festa e depois, perguntemo-nos: as nossas cidades, as nossas sociedades, o nosso mundo, quanto precisam de libertação? Quantas correntes devem ser quebradas e quantas portas gradeadas devem ser abertas! Podemos ser colaboradores desta libertação, mas somente se formos os primeiros a nos deixarmos libertar da novidade de Jesus e a caminharmos na liberdade do Espírito Santo.

Hoje nossos irmãos arcebispos recebem o Pálio. Este sinal de unidade com Pedro recorda a missão do pastor que dá a vida pelo rebanho. É dando a vida que o Pastor, libertado de si mesmo, se torna instrumento de libertação para os irmãos. Hoje está connosco a Delegação do Patriarcado Ecuménico, enviada nesta ocasião pelo querido irmão Bartolomeu: a vossa acolhida presença é um precioso sinal de unidade no caminho da libertação das distâncias que escandalosamente dividem os crentes em Cristo. Obrigado pela sua presença.

Rezemos por vós, pelos Pastores, pela Igreja, por todos nós: para que, libertos de Cristo, possamos ser apóstolos da libertação em todo o mundo.

fonte:https://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2021/06/29/0422/00926.html

segunda-feira, 28 de junho de 2021

O Senhor me fez conhecer a Sua vontade.

O Senhor me fez conhecer a Sua vontade como que em três matrizes, mas é um só coisa. O primeiro é aquele no qual as almas isoladas do mundo arderão em sacrifício diante do trono de Deus e pedirão misericórdia para o mundo inteiro... E pedirão a bênção para os sacerdotes e, por sua oração, prepararão o mundo para a última vinda de Cristo. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1155]. Jesus eu confio em Vós.

Hoje é tempo de louvar a Deus.
Em nós agora habita Seu Espírito.

Então é só cantar e a Cristo exaltar
e sua glória encherá este lugar.
Vem louvar, vem louvar.
Vem louvar, vem louvar.

No meio dos louvores, Deus habita
É seu prazer cumprir o que nos diz
Então é só cantar e a Cristo exaltar
e sua glória encherá este lugar.
Vem louvar, vem louvar.
Vem louvar, vem louvar.
Glória a Deus, Glória a Deus.
Glória a Deus, Glória a Deus.
SANTO DE HOJE SÃO IRINEU
“Deus, nosso Pai, vós concedestes ao bispo Santo Irineu firmar a verdadeira doutrina e a paz da Igreja; pela intercessão de vosso servo, renovai em nós a fé a caridade, para que nos apliquemos constantemente em alimentar a união e a concórdia. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”.

Novena "Almas Aflitas"
Segunda-feira, dia dedicado as Almas do Purgatório.
"Pai Eterno, eu vos ofereço o sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, intercedei pelas almas aflitas.
E vós, almas aflitas, ide perante a Deus e pedi a graça que necessito (fazer o pedido)". Rezar: Pai Nosso, Ave Maria e o Glória.

“Dai Senhor as almas o descanso eterno e que a luz perpétua as ilumine, Descansem em paz. Amém”.

domingo, 27 de junho de 2021

Menina, levanta-te.

 

Hoje vi o convento dessa nova congregação. Amplas e grandes  instalações. Eu visitava cada peça sucessivamente. Via que em toda a parte a providência de Deus havia fornecido o que era necessário. As pessoas que viviam nesse convento andavam, por enquanto, com vestes leigas, mas o espírito religioso reinava em toda a plenitude, e eu arrumava tudo como o Senhor. De repente, fui censurada por uma das nossas irmãs: “Como pode a irmã realizar obras assim?”. – Respondi: “Não sou eu, mas o Senhor por meu intermédio, e tenho autorização  para tudo”. Durante a santa Missa recebi luz e uma profunda compreensão de toda essa obra, e não deixou em minha alma qualquer sombra de dúvida. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1154]. Jesus eu confio em Vós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos 5, 21-43.

Naquele tempo, Jesus atravessou de novo, numa barca, para a outra margem. Uma numerosa multidão se reuniu junto dele, e Jesus ficou na praia. Aproximou-se, então, um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo. Quando viu Jesus, caiu a seus pés, e pediu com insistência: “Minha filhinha está nas ultimas. Vem e põe as mãos sobre ela, para que ela sare e viva!” Jesus então o acompanhou. Uma numerosa multidão o seguia e o comprimia.

Ora, achava-se ali uma mulher que, há doze anos, estava com uma hemorragia; tinha sofrido nas mãos de muitos médicos, gastou tudo o que possuía, e, em vez de melhorar, piorava cada vez mais. Tendo ouvido falar de Jesus, aproximou-se dele por detrás, no meio da multidão, e tocou na sua roupa. Ela pensava: “Se eu ao menos tocar na roupa dele, ficarei curada”. A hemorragia parou imediatamente, e a mulher sentiu dentro de si que estava curada da doença.

Jesus logo percebeu que uma força tinha saído dele. E, voltando-se no meio da multidão, perguntou: “Quem tocou na minha roupa?”

Os discípulos disseram: “Estás vendo a multidão que te comprime e ainda perguntas: ‘Quem me tocou?’”

Ele, porém, olhava ao redor para ver quem havia feito aquilo. A mulher, cheia de medo e tremendo, percebendo o que lhe havia acontecido, veio e caiu aos pés de Jesus, e contou-lhe toda a verdade.

Ele lhe disse: “Filha, a tua fé te curou. Vai em paz e fica curada dessa doença”. Ele estava ainda falando, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, e disseram a Jairo:  “Tua filha morreu. Por que ainda incomodar o mestre?” Jesus ouviu a notícia e disse ao chefe da sinagoga: “Não tenhas medo. Basta ter fé!” E não deixou que ninguém o acompanhasse, a não ser Pedro, Tiago e seu irmão João.

Quando chegaram à casa do chefe da sinagoga, Jesus viu a confusão e como estavam chorando e gritando. Então, ele entrou e disse: “Por que essa confusão e esse choro? A criança não morreu, mas está dormindo”. Começaram então a caçoar dele. Mas, ele mandou que todos saíssem, menos o pai e a mãe da menina, e os três discípulos que o acompanhavam. Depois entraram no quarto onde estava a criança. Jesus pegou na mão da menina e disse: “Talitá cum” – que quer dizer: “Menina, levanta-te!” Ela levantou-se imediatamente e começou a andar, pois tinha doze anos. E todos ficaram admirados. Ele recomendou com insistência que ninguém ficasse sabendo daquilo. E mandou dar de comer à menina. Palavra da Salvação.  Glória a vós, Senhor.

HOJE CELEBRA-SE NOSSA SENHORA DO PERPETUO SOCORRO

Ó Senhora do Perpétuo Socorro,
 mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa Mãe
 obtendo-me o seguinte benefício:  (faz-se o pedido)  e a graça de usar dele  para a glória de Deus e a salvação de minha alma.

 Ó glorioso Santo Afonso,
 que por vossa confiança na bem-aventurada Virgem
 conseguistes tantos favores
 e tão perfeitamente provastes,
 nos vossos admiráveis escritos,
 que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria,
 alcançai-me a mais terna confiança
 para com nossa Mãe do Perpétuo Socorro
 e rogai-lhe, com instância,
 que me conceda o favor que reclamo
 do seu poder e bondade maternal.

 Eterno Pai, em nome de Jesus
 e pela intercessão da nossa Mãe do Perpétuo Socorro
 e de Santo Afonso,
 peço-vos que me atendais,
 para vossa glória e para bem da minha alma. Amém.

SÃO CIRILO DE ALEXANDRIA
Patriarca de Alexandria, conseguiu, no Concílio de Éfeso, a condenação dos erros de Nestório e a proclamação da Maternidade Divina de Nossa Senhora, chamado o “Doutor” por excelência, da Encarnação.

Homem forte. Soube afirmar que Nossa Senhora é verdadeira Mãe de Deus e não apenas mãe do Homem Jesus, como diziam outros, naqueles tempos famosos e difíceis da história da Igreja no Oriente, na luta pela ortodoxia, em nome do Papa São Celestino.

Foi ele a alma do Concílio de Éfeso, em 431, e é chamado até hoje “Defensor invencível da maternidade da Virgem Maria”. Teólogo de olhar penetrante, foi um pastor vigilante das almas.

Debatia-se nessa época, que Cristo não era como Deus e essa teoria era fortemente debatida por São Cirilo. Nos últimos anos de sua vida dedicou-se a promover a paz na Igreja.

Oração de São Cirilo de Alexandria: Ó Deus, que iluminastes e conduzistes o bispo São Cirilo na proclamação de Maria Mãe de Deus, daí, aos que professam a maternidade divina, serem salvos pela encarnação do Vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Amém.

sábado, 26 de junho de 2021

Todo sábado é dedicado a nossa Senhora.

 

Quando estava rezando diante do Santíssimo Sacramento, o meu sofrimento físico, de repente, desapareceu e ouvi esta voz na alma: Estás vendo que posso te dar tudo num instante. Nenhuma lei Me constrange.

      Depois da santa Comunhão ouvi estas palavras: Deves saber, Minha filha, que num só instante posso te dar tudo que seja necessário para realização desta obra. – Depois destas palavras uma extraordinária luz permanecia na minha alma, e todas as exigências de Deus me pareciam tão simples que até uma criancinha poderia cumpri-las. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1153]. Jesus eu confio em Vós.

TODO SÁBADO É DEDICADO A NOSSA SENHORA
Nossa Senhora do Silêncio e da Humildade, tu vives perdida e encontrada no mar sem fundo do Mistério do Senhor.

Tu és disponibilidade e receptividade. Tu és fecundidade e plenitude. Tu és atenção e solicitude pelos irmãos.

Estás revestidas de fortaleza. Resplandecem em ti a maturidade humana e a elegância espiritual. És senhora de ti mesma antes de ser Nossa Senhora.
Em ti não existe dispersão. Em um ato simples e total, tua alma, toda imóvel, está paralisada e identificada com o Senhor. Estás dentro de Deus, e Deus dentro de ti. O Mistério total te envolve, penetra e possui, ocupa e entrega todo o teu ser.

Parece que em ti tudo ficou parado, tudo se identificou contigo: o tempo, o espaço, a palavra, a música, o silêncio, a mulher, Deus. Tudo ficou assumido em ti, e divinizado.

Jamais se viu figura humana de tamanha doçura, nem se voltará a ver nesta terra uma mulher tão inefavelmente evocadora.

Entretanto, teu silêncio não é ausência, mas presença. Estás abismada no Senhor e, ao mesmo tempo, atenta aos irmãos, como em Caná. A comunicação nunca é tão profunda como quando não se diz nada, e o silêncio nunca é tão eloquente como quando nada se comunica.

Faze-nos compreender que o silêncio não é desinteressante pelos irmãos, mas fonte de energia e irradiação, não é encolhimento, mas projeção. Faz-nos compreender que, para derramar, é preciso preencher-se.
Afoga-se o mundo no mar da dispersão, e não é possível amar os irmãos com um coração disperso. Faze-nos compreender que o apostolado, sem silêncio, é alienação; e que o silêncio, sem apostolado, é comodidade.

Envolve-nos em teu manto de silêncio e comunica-nos a fortaleza de tua fé, a altura de tua esperança e a profundidade de teu amor.

Fica com os que ficam e vem com os que partem. Ó Mãe Admirável do Silêncio!
Amém.

Autor: Ignacio Larranaga
PAPA FRANCISCO - Perseverar no amor

AUDIÊNCIA GERAL
Pátio São Dâmaso
Quarta-feira, 9 de junho de 2021
Catequese - 37. Perseverar no amor

Estimados irmãos e irmãs, bom dia!

Nesta penúltima catequese sobre a oração falemos da perseverança no orar. É um convite, na verdade um mandamento, que nos é dado pela Sagrada Escritura. O itinerário espiritual do Peregrino russo começa quando se depara com uma frase de São Paulo na Primeira Carta aos Tessalonicenses: «orai sem cessar, e, em todas as circunstâncias, dai graças» (5, 17-18). As palavras do Apóstolo comovem aquele homem que se questiona como é possível rezar sem interrupção, dado que a nossa vida é fragmentada em tantos momentos diferentes, que nem sempre tornam possível a concentração. A partir desta pergunta ele começa a sua busca, que o levará a descobrir aquela que é chamada a oração do coração. Consiste em repetir com fé: “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador!”. Uma oração simples, mas muito bonita. É uma oração que, pouco a pouco, se adapta ao ritmo da respiração e se estende ao longo do dia. Com efeito, a respiração nunca pára, nem sequer quando dormimos; e a oração é o respiro da vida.

Como é possível, então, manter sempre um estado de oração? O Catecismo oferece-nos belas citações, tiradas da história da espiritualidade, que insistem na necessidade de uma oração contínua, que é o ponto fulcral da existência cristã. Cito algumas.

O monge Evágrio do Ponto afirma: «Não nos foi pedido que trabalhemos, velemos e jejuemos constantemente – não, isto não nos foi pedido – mas temos a lei de orar sem cessar» (n. 2742). O coração em oração. Existe assim um ardor na vida cristã que nunca deve falhar. É um pouco como aquele fogo sagrado que se conservava nos antigos templos, que ardia sem interrupção e que os sacerdotes tinham a tarefa de manter vivo. Eis: também em nós deve haver um fogo sagrado, que arda continuamente e que nada possa extinguir. Não é fácil, mas deve ser assim.

São João Crisóstomo, outro pastor atento à vida concreta, pregava deste modo: «É possível, mesmo no mercado ou durante um passeio solitário, fazer oração frequente e fervorosa; sentados na vossa loja, a tratar de compras e vendas, até mesmo a cozinhar» (n. 2743). Pequenas orações: “Senhor, tem piedade de nós”, “Senhor, ajuda-me”. Pois bem, a oração é uma espécie de pauta musical, onde colocamos a melodia da nossa vida. Não está em contraste com o trabalho diário, não contradiz as muitas pequenas obrigações e compromissos, mas antes é o lugar onde cada ação encontra o seu sentido, o seu porquê, a sua paz.

Certamente, pôr em prática estes princípios não é fácil. Um pai e uma mãe, ocupados em mil afazeres, podem sentir nostalgia por um período da sua vida, quando era fácil encontrar tempos regulares e espaço para a oração. Depois, os filhos, o trabalho, as ocupações da vida familiar, os pais que envelhecem... Tem-se a impressão de nunca conseguir concluir tudo. Por isso é bom pensar que Deus, nosso Pai, o qual tem de cuidar de todo o universo, se lembra sempre de cada um de nós. Por conseguinte, também nós devemos recordá-Lo sempre!

Podemos então recordar que no monaquismo cristão o trabalho foi sempre realizado com grande honra, não só por dever moral de prover a si mesmo e aos outros, mas também por uma espécie de equilíbrio, um equilíbrio interior: é perigoso para o homem cultivar um interesse tão abstrato a ponto de perder o contacto com a realidade. O trabalho ajuda-nos a manter-nos em contacto com a realidade. As mãos juntas do monge contêm os calos daqueles que empunham pás e enxadas. Quando, no Evangelho de Lucas (cf. 10, 38-42), Jesus diz a Santa Marta que a única coisa realmente necessária é ouvir Deus, não significa de modo algum que despreza os muitos serviços que ela estava a realizar com tanto empenho.

Tudo no ser humano é “binário”: o nosso corpo é simétrico, temos dois braços, dois olhos, duas mãos.... Assim, também o trabalho e a oração são complementares. A oração – que é o “respiro” de tudo –  continua a ser o pano de fundo vital do trabalho, até em momentos em que não é explícita. É desumano estar tão absorvidos pelo trabalho a ponto de não encontrar tempo para a prece.

Ao mesmo tempo, uma oração que esteja alienada da vida não é saudável. A oração que nos afasta da realidade do viver torna-se espiritualismo, ou, até pior, ritualismo. Recordemos que Jesus, depois de ter mostrado a sua glória aos discípulos no monte Tabor, não quis prolongar aquele momento de êxtase, mas desceu com eles do monte e retomou o caminho diário. Porque aquela experiência devia permanecer nos corações como luz e força da sua fé; também uma luz e força para os dias que estavam próximos: os da Paixão.  Assim, os tempos dedicados a estar com Deus reavivam a fé, que nos ajuda na realidade da vida, e a fé, por sua vez, alimenta a oração, sem interrupção. Nesta circularidade entre fé, vida e oração, o fogo do amor cristão que Deus espera de nós mantém-se aceso.

E recitemos a oração simples que é tão bom repetir durante o dia, todos juntos: “Senhor Jesus, Filho de Deus, tem piedade de mim, pecador”.

Saudações:
Dirijo uma cordial saudação aos fiéis de língua portuguesa. Queridos irmãos e irmãs, neste mês de junho, dedicado ao Sagrado Coração, podemos experimentar na oração o convite a ter com Jesus, levando as nossas canseiras e dificuldades, para encontrar descanso e aprender d’Ele, que é “manso e humilde de coração” (Mt, 11,29). Deus vos abençoe.

Resumo da catequese do Santo Padre:

Hoje falaremos da perseverança na oração, partindo da exortação a orar sem cessar que nos faz São Paulo na Primeira Carta aos Tessalonicenses (cf. 5,17). Mas como isso é possível, uma vez que a nossa vida é fragmentada, com tantos momentos diversos que dificultam manter a concentração. Temos a resposta para tal dilema na tradição da espiritualidade cristã, que ensina que a oração deve ser como o “fogo sagrado” que ardia nos antigos templos, sempre alimentado para não se apagar. Na prática, significa que podemos estar em atitude orante em todas as circunstâncias da nossa vida diária, como uma partitura em que colocamos a melodia da nossa existência. No fundo, trata-se de ter presente que Deus sempre se lembra de nós e que também nós devemos nos lembrar sempre d’Ele. Por fim, não esqueçamos que a tradição monástica cristã sempre deu uma grande importância ao trabalho, pois este ajuda a evitar que a oração se desconecte da vida concreta. Com efeito, do mesmo modo que no ser humano tudo é binário – temos dois braços, dois olhos, duas mãos – assim também a oração e o trabalho são complementares, criando uma circularidade entre a fé e a vida que mantem aceso o fogo do amor.
fonte:https://www.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2021/documents/papa-francesco_20210609_udienza-generale.html

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé.


 Não é coisa  fácil suportar os sofrimentos, especialmente os injustos.  A natureza corrompida se revolta e embora a vontade e a inteligência sejam superiores ao sofrimento, porque têm condições de fazer o bem àquele que lhes causam dor, todavia os sentimentos fazem muito tumulto e como espíritos inquietos atacam a vontade e a inteligência. Mas logo percebem que por si só nada podem, se acalmam e se submetem à inteligência e à vontade. Como um espantalho irrompem no interior e só pelo fato de querer ouvi-los fazem muita confusão, sempre que não estão sob o domínio da vontade e da inteligência. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1152]. Jesus eu confio em Vós.

Iluminai os meus passos, Sagrado Coração de Jesus, assim como esta luz esta nos iluminando e testemunhando a nossa conversa. 
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós, Sagrado Coração de Jesus, aumente ainda mais a minha fé. Amém.

Papa: nas dificuldades, deixar-se tocar pelo Coração de Jesus

“Rezemos para que aqueles que sofrem encontrem caminhos de vida, deixando-se tocar pelo Coração de Jesus.”

Por esta intenção, o Papa Francisco pede a oração dos fiéis neste mês de junho. Enquanto a pandemia ainda assola muitas partes do mundo, o Santo Padre não esquece aqueles que passam por todos os tipos de dificuldades e lembra que existe um caminho que ajuda a todos: “um caminho cheio de compaixão que transforma a vida das pessoas . e as aproxima do Coração de Cristo, que nos acolhe a todos na revolução da ternura”.

Longa tradição
A devoção ao Coração de Jesus tem uma longa história. Começa com o “coração trespassado de Jesus” no Evangelho de São João – interpretado pelo misticismo medieval como uma ferida que manifesta a profundidade de seu amor –, passa pelas revelações a Santa Margarida Maria Alacoque no século XVII e o posterior culto ao Sagrado Coração no século XIX, e vai até a Divina Misericórdia com Santa Faustina Kowalska no início do século XX.

O Papa Pio XII escreveu uma encíclica sobre o Sagrado Coração, Haurietes aquas (1956).

Ao longo da história, houve várias inculturações dessa devoção, com diferentes formas e linguagens, mas sempre para que o Pai nos revelasse em toda a sua profundidade o mistério de seu amor através de um símbolo privilegiado: o coração vivo de seu Filho ressuscitado. Pois “o coração de Cristo é o centro da misericórdia”, diz Francisco.

Compaixão
O padre Frédéric Fornos SJ, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, que produz os vídeos mensais, destaca que a devoção ao Coração de Jesus estabelece uma missão de compaixão pelo mundo e é o fundamento de toda missão:

“O discípulo a quem Jesus mais amava, aquele que conhecia melhor o coração de Jesus, recostado junto a Ele (Jo 13, 23) também foi o primeiro a reconhecer Jesus ressuscitado às margens do lago da Galileia (Jo 21, 7). Quanto mais próximo alguém estiver do Coração de Jesus, mais perceberá suas alegrias e sofrimentos pelos homens, mulheres e crianças deste mundo; e reconhecerá Sua presença hoje como ontem, atuando no mundo. Quanto mais perto estivermos do Coração de Jesus, menos indiferentes seremos ao que nos cerca, desejando nos comprometer com Jesus Cristo neste mundo, a serviço de sua missão de compaixão.”

fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-06/intencao-oracao-junho-papa-francisco-coracao-jesus.html

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Vivaaa, São João!!!

E quando o cálice da amargura já transborda,  e tudo conspira contra ela,  e a alma vive os momentos do Jardim das Oliveiras,  Jesus crucificado, em Vós está a minha defesa.

Quando a alma, sentindo a sua inocência, aceita essas provações de Deus, então o coração é capaz de pagar com o amor pelos dissabores!

Jesus crucificado, transformai a minha fraqueza em força. Editora  Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1151]. Jesus eu confio em Vós.

NATIVIDADE SÃO JOÃO BATISTA
Ó Deus, que suscitastes São João Batista, a fim de preparar para o Senhor um povo  perfeito, concedei à vossa Igreja as alegrias espirituais e dirigi nossos passos no  caminho da salvação e da paz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade  do Espírito Santo. Amém.
Ladainha de São João Batista 
Senhor tende piedade de nós! 
 Cristo tende piedade de nós! 
 Senhor tende piedade de nós! 
São João Batista: Rogai por nós!
 Nosso glorioso padroeiro - Rogai por nós!
 Anunciado pelo anjo Gabriel - Rogai por nós!
 Purificado do pecado - Intercedei por nós!
 Consagrado desde antes do nascimento - Rogai por nós!
 Cujo nascimento foi causa de alegria - Rogai por nós!
 Repleto do Espírito Santo - Rogai por nós!
 Maior entre os nascidos de mulher - Intercedei por nós!
 Precursor do Salvador - Rogai por nós!
 Preparador dos caminhos do Senhor - Rogai por nós! 
 Voz que clama no deserto - Rogai por nós! 
 Indicador do Cordeiro de Deus - Intercedei por nós! 
 Profeta do Altíssimo - Rogai por nós! 
 Profeta das Nações - Rogai por nós! 
 Profeta da Justiça - Rogai por nós!
 Eras mais que um profeta - Intercedei por nós!
 Testemunho da Luz - Rogai por nós! 
 Testemunho da Verdade - Rogai por nós!
 Amante da penitência - Rogai por nós!
 Indigno de desatar-lhe as sandálias - Intercedei por nós! 
 Anunciador do batismo definitivo - Rogai por nós! 
 Batizador do próprio autor do batismo - Rogai por nós! 
 Defensor da família e do matrimônio - Rogai por nós! 
 Santo mártir da justiça e da verdade - Intercedei por nós! 
 Sede-nos propício - Ouvi-nos Senhor
 Para que nos livreis de todo o mal - Ouvi-nos Senhor. 
 Para que nos livreis de todo o pecado - Ouvi-nos Senhor.
 Para que nos livreis da morte eterna - Ouvi-nos Senhor.
 Pela vossa encarnação - Ouvi-nos Senhor.
 Pela vossa ressurreição - Ouvi-nos Senhor.
 Pela efusão do Espírito Santo - Ouvi-nos Senhor.
 Apesar de nossos pecados - Ouvi-nos Senhor.
 Jesus Filho de Deus Vivo - Ouvi-nos Senhor.
 Cristo, ouvi-nos 
 Cristo, atendei-nos 
 Rogai por nós, Bem-aventurado São João Batista, para que sejamos dignos das promessas de Cristo


Oremos: Ó Deus, que suscitastes São João Batista, a fim de preparar para o Senhor um povo perfeito, concedei à vossa Igreja as alegrias espirituais e dirigi nossos passos no caminho da salvação e da paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Como manter o diabo bem longe, 
segundo D. Bosco
Faça isso e “o diabo nunca triunfará sobre você"
São João Bosco era um sacerdote dedicado à oração e teve muitas visões sobrenaturais de Deus. Ele usou essas experiências espirituais não apenas para seu próprio benefício, mas também ao instruir os jovens que estavam sob seus cuidados.
Frequentemente, ele ensinava as crianças a se manterem protegidas do diabo. Abaixo está o conselho que ele sempre dava a elas. E, se seguido fielmente, D. Bosco garante que “o diabo nunca triunfará sobre você”.
“Ouça: há duas coisas de que o demônio tem muito medo: Comunhões fervorosas e visitas frequentes ao Santíssimo Sacramento.
Você quer muitas graças? Visite-o frequentemente.
Você quer que Ele lhe conceda apenas algumas graças? Visite-o, mas raramente.
Você quer que o diabo te ataque? Raramente visite o Santíssimo Sacramento.
Você quer que o diabo fuja de você? Visite Jesus com frequência.
Você quer superar o diabo? Refugie-se aos pés de Jesus.
Você quer ser superado pelo diabo? Desista de visitar Jesus.
Visitar Jesus no Santíssimo Sacramento é essencial … se você quiser vencer o diabo.
Portanto, faça visitas frequentes a Jesus.
Se você fizer isso, o diabo nunca triunfará sobre você.”

Fonte:https://pt.aleteia.org/2018/10/23/como-manter-o-diabo-bem-longe-segundo-d-bosco/

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Jesus crucificado, Vós me iluminais como a aurora.

 

Quando a dor tomar conta de toda a minha alma,  e o horizonte escurecer como a noite, e o coração for dilacerado pelos tormentos da dor, Jesus crucificado, Vós sois minha força.  Quando a alma, aturdia pela dor, faz todos os esforços e luta sem descanso, e o coração agoniza em amargo tormento, Jesus crucificado, sois a esperança da minha salvação. E assim passa dia após dia  e a alma banha-se no amargor do mar, e o coração se dissolve em lagrimas: Jesus crucificado, Vós me iluminais como a auroraEditora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1151]. Jesus eu confio em Vós.

Salve, guardião do Redentor e esposo da Virgem Maria! A vós, Deus confiou o seu Filho; em vós, Maria depositou a sua confiança; convosco, Cristo tornou-Se homem.

Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós e guiai-nos no caminho da vida.

Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem, e defendei-nos de todo o mal. Amém.

Dia 24 celebraremos SÃO JOÃO BATISTA, faremos o tríduo em preparação para essa grande festa.
Rezemos o Benedictus - cantico evangélico proclamado por Zacarias, pai de São João Batista ao receber a notícia do nascimento de seu filho João:
Bendito o Senhor Deus de Israel 
que visitou e redimiu o seu povo, 
e nos deu um Salvador poderoso 
na casa de David, seu servo, 
conforme prometeu pela boca 
dos seus santos, 
os profetas dos tempos antigos, 
para nos libertar dos nossos inimigos, 
e das mãos daqueles que nos odeiam. 
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, 
recordando a sua sagrada aliança, 
e o juramento que fizera a Abraão, 
nosso pai, 
que nos havia de conceder esta graça: 
de O servirmos um dia, sem temor, 
livres das mãos dos nossos inimigos, 
em santidade e justiça, na sua presença, 
todos os dias da nossa vida. 
E tu, menino, serás chamado profeta 
do Altíssimo, 
porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos, 
para dar a conhecer ao seu povo a salvação 
pela remissão dos seus pecados, 
graças ao coração misericordioso 
do nosso Deus, 
que das alturas nos visita 
como sol nascente, 
para iluminar os que jazem nas trevas 
e na sombra da morte 
e dirigir os nossos passos no caminho da paz. 
Glória ao Pai e ao Filho 
e ao Espírito Santo. 
Como era no princípio, 
agora e sempre. Amém.       

terça-feira, 22 de junho de 2021

Então ouvi estas palavras: Não temas, Eu estou contigo.

 

continuação de ontem......Então ouvi estas palavras: Não temas, Eu estou contigo. – Quando me afastei do altar, uma estranha força e paz inundaram a minha alma, e a tempestade que se desencadeou batia contra a minha alma como contra um rochedo, e a espuma da tempestade caiu sobre aqueles que a provocaram. Oh! como é bom o Senhor, que paga a cada um segundo suas obras... Que toda alma peça para si a graça especial, visto que às vezes a graça habitual não é suficiente. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1150]. Jesus eu confio em Vós.

Anjo da Guarda, meu príncipe, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu conselheiro, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu defensor, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu administrador, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu amigo, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu intercessor, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu patrão, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu diretor, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu governante, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu protetor, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu consolador, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu irmão, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu pastor, rogai por nós
Anjo da Guarda, minha testemunha, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu ajudante, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu vigilante, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu condutor, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu conservador, rogai por nós
Anjo da Guarda, meu iluminador, rogai por nós
SANTOS DE HOJE

Sâo TOMÁS MORE, Martir, rogai por nós

São PAULINO, BISPO DE NOLA, ITÁLIA, rogai por nós

São JOÃO FISHER, BISPO DE ROCHESTER, MÁRTIR INGLÊS, rogai por nós

Dia 24 celebraremos SÃO JOÃO BATISTA, faremos o tríduo em preparação para essa grande festa.
Rezemos o Benedictus - cantico evangélico proclamado por Zacarias, pai de São João Batista ao receber a notícia do nascimento de seu filho João:
Bendito o Senhor Deus de Israel 
que visitou e redimiu o seu povo, 
e nos deu um Salvador poderoso 
na casa de David, seu servo, 
conforme prometeu pela boca 
dos seus santos, 
os profetas dos tempos antigos, 
para nos libertar dos nossos inimigos, 
e das mãos daqueles que nos odeiam. 
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, 
recordando a sua sagrada aliança, 
e o juramento que fizera a Abraão, 
nosso pai, 
que nos havia de conceder esta graça: 
de O servirmos um dia, sem temor, 
livres das mãos dos nossos inimigos, 
em santidade e justiça, na sua presença, 
todos os dias da nossa vida. 
E tu, menino, serás chamado profeta 
do Altíssimo, 
porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos, 
para dar a conhecer ao seu povo a salvação 
pela remissão dos seus pecados, 
graças ao coração misericordioso 
do nosso Deus, 
que das alturas nos visita 
como sol nascente, 
para iluminar os que jazem nas trevas 
e na sombra da morte 
e dirigir os nossos passos no caminho da paz. 
Glória ao Pai e ao Filho 
e ao Espírito Santo. 
Como era no princípio, 
agora e sempre. Amém.