domingo, 21 de fevereiro de 2021

1º domingo da quaresma. Foi tentado por satanás e os anjos os serviam.

 

Durante a santa Missa, vi Jesus pregado sobre a Cruz em grandes tormentos. Um imperceptível gemido saída do Seu Coração; a seguir disse: Tenho sede. Estou sedento pela salvação das almas. Ajuda-Me, Minha filha, a salvar as almas. Uma os teus sofrimentos à Minha Paixão e oferece-os ao Pai celestial pelos pecadores. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1032]. Jesus eu confio em Vós.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,12-15

Naquele tempo:O Espírito levou Jesus para o deserto.

E ele ficou no deserto durante quarenta dias, e ali foi tentado por Satanás.

Vivia entre os animais selvagens, e os anjos o serviam.

Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia,

pregando o Evangelho de Deus e dizendo:'O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!'

Palavra da Salvação. Glória a Vós Senhor.

MULHERES NA BÍBLIA: LÓIDE E EUNICE

Lóide e Eunice eram, respectivamente, a avó e a mãe de Timóteo. Elas são mencionadas na Bíblia de forma direta apenas uma vez (2 Timóteo 1:5). Lóide e Eunice são descritas como mulheres piedosas de fé genuína. O significado do nome Lóide é discutido por causa de sua raridade naquela época; mas o nome Eunice significa “vitoriosa”.

Lóide e Eunice, avó e mãe de Timóteo

Eunice era uma judia, presumivelmente filha de Lóide, que havia se casado com um homem grego. Naquela época os casamentos mistos entre judeus e representantes de famílias frigias podiam indicar elevada posição social. Muitos estudiosos consideram que Eunice já fosse uma viúva na ocasião em que é citada na Bíblia Sagrada.

Lóide e Eunice provavelmente moravam em Listra, uma colônia judaica na província da Galácia. Curiosamente foi naquela cidade que Paulo acabou sendo apedrejado (Atos 14:19). Alguns intérpretes sugerem que talvez elas morassem em Derbe, outra cidade da licaônica que ficava a cerca de 120 quilômetros de Listra. Apesar de linguisticamente ser possível, isto é pouco provável.

O bom exemplo de Lóide e Eunice

O apóstolo Paulo fala que Timóteo era conhecedor das Escrituras do Antigo Testamento desde muito novo (2 Timóteo 3:15). Isso significa que muito provavelmente Lóide e Eunice seguiam devotadamente a religião judaica.

O fato de Timóteo não ter sido circuncidado no período apropriado segundo o judaísmo, possivelmente implica na influência familiar de seu pai que era gentio. Paulo visitou Listra durante sua primeira viagem missionária.

Então parece que Eunice e Lóide receberam a mensagem do Evangelho e foram convertidas a Cristo como resultado dessa visita do apóstolo. Essas mulheres judias viram Jesus Cristo como o cumprimento das promessas do Antigo Testamento; e através da obra do Espírito Santo, elas depositaram sua confiança nele.

Quando retornou à cidade de Listra em sua segunda viagem missionária, Paulo encontrou o jovem Timóteo que havia sido bem instruído no Evangelho por sua mãe e avó. À luz de todo contexto, aparentemente Lóide e Eunice tiveram participação fundamental na conversão de Timóteo ao cristianismo. Paulo escreve que a fé genuína habitou primeiro em Lóide e Eunice, e depois em Timóteo (2 Timóteo 1:5).

O bom testemunho do neto e filho de Lóide e Eunice chamou a atenção de Paulo. Então o apóstolo resolveu levar o jovem junto em sua viagem. A partir daí Timóteo passou a ser um grande companheiro de Paulo, tornando-se um apadrinhado do apóstolo. Paulo tratava Timóteo como seu filho (cf.1 Coríntios 4:17; Filipenses 2:22; Timóteo 1:2,18; 2 Timóteo 1:2; 2:1).

Apesar de serem citadas nominalmente uma única vez no Novo Testamento, Lóide e Eunice são apresentadas de forma notável. Com diligência, elas instruíram Timóteo nos princípios da Palavra de Deus. O resultado desse discipulado pode ser visto durante todo o ministério do jovem obreiro que se tornou um dos mais importantes líderes da Igreja Primitiva.

fonte:https://estiloadoracao.com/loide-e-eunice/

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Santa Jacinta e São Francisco Marto, pastorinhos de Fátima, rogai por nós.

 

Hoje, conversando com certa pessoa, percebi que ela estava sofrendo muito espiritualmente, embora exteriormente fingisse que nada sofria e que estava contente. Senti, então, a inspiração de lhe dizer que o que a estava atormentando era uma tentação. Quando lhe desvendei o que a estava atormentando, chorou alto e disse que justamente tinha vindo até mim para conversar, porque sentia que ficaria aliviada. O sofrimento provinha do fato de que, por um lado, essa alma era atraída por Deus, e, por outro, pelo mundo. Enfrentava uma luta terrível. Chegou a chorar como uma criancinha; depois, saiu mais tranquila e calma. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1031]. Jesus eu confio em Vós.
Pai Celeste, dou-Vos graças por terdes escolhido Nossa Senhora do Rosário de Fátima para trazer ao mundo a vossa mensagem de paz, de conversão e de oração reparadora pelos pecados de todos os homens; e por terdes concedido a São Francisco e  Santa Jacinta uma grande Fé, docilidade e fortaleza para a transmitirem com o seu exemplo, apesar das ameaças e dificuldades. Concedei-me a graça de difundir a mensagem de Fátima com a minha vida e oração, e por intercessão da vossa Mãe Santíssima e dos Santos Pastorinhos de Fátima, concedei-me a graça que agora vos peço (mencionar a graça). Amém. Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória pelas intenções da cura e saúde para o mundo.

MULHERES NA BÍBLIA: MARTA E MARIA
Marta e Maria: duas irmãs, duas atitudes
Betânia era uma cidadezinha, ou melhor, um povoado, bem perto de Jerusalém. O Senhor ia sempre lá porque havia uma casa aberta para Ele. Ali Jesus passou os últimos momentos de tranquilidade e paz de Sua vida, ao lado de Seus grandes amigos: Marta, Maria e Lázaro.

São lindos os quadros inspirados por essa família, registrados nas páginas da Bíblia.

I. A visita de Jesus (Lc 10.38-42)

O primeiro quadro nos mostra Jesus chegando a Betânia, e Marta trazendo-O para hospedar-Se em sua casa. Ela apreciava muito o Mestre. Era hospitaleira e considerava uma honra receber o Senhor como hóspede.

Essa foi uma atitude correta de Marta. O escritor da carta aos hebreus recomenda que sejamos hospitaleiros, pois alguns, fazendo isso, hospedaram anjos. Marta hospedou o Filho de Deus, o Salvador! Hoje, Jesus bate à porta do nosso coração e diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Ap 3.20).

1. A escolha de Marta

Marta fez tudo para oferecer uma boa acolhida ao seu hóspede. Era uma visita muito importante e merecia o melhor. Assim, ela se esmerou para apresentar-lhe uma calorosa recepção. Enquanto realizava um serviço, pensa­va em mais outro … mais outro … e foi ficando desanimada, inquieta, irritada, e começou a murmurar. O seu trabalho de amor estava se tornando uma tarefa pesada demais!

Aplicação
Esse é um alerta para nós. Não podemos deixar que isso aconteça conosco. Pre­cisamos recusar o desânimo. Tudo que fazemos para o Senhor deve ser contado como alegria.

2. A escolha de Maria

Enquanto Marta se fatigava na labuta caseira, Maria, sua irmã, assentada aos pés de Jesus, totalmente absorta, ouvia os Seus ensinos. Bebia cada uma de Suas palavras. Ela sabia que o serviço era coisa secundária. Ela não podia perder a oportunidade de prestar adoração ao Mestre e receber Dele os ensinamentos.

3. A perda de Marta

Marta não podia saborear os ensinos de Jesus, pois estava muito preocupada com pormenores e coisas secundárias. Ela começou a se consi­derar vítima, e passou a acusar a irmã diante do hóspede amado. Sua irritação era tão grande que ela incluiu Jesus na acusação: “Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha?” E foi além, atrevendo-se a dar ordens ao Mestre: “Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me” (Lc 10.40).

Então, a voz do Mestre se fez ou­vir: “Marta! Marta! andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário, ou mesmo uma só cousa” (Lc 10.41-42).

Essas poucas palavras continham sérias advertências:
a. Marta estava misturando o prioritário com o secundário;
b. Marta estava perdendo tempo com coisas de pouca importância;
c. Marta não compreendia que Cristo veio para servir e não para ser servido;
d. Marta não percebia que Jesus ti­nha mais interesse na sua pessoa do que no seu serviço.

Essas advertências são dirigidas a nós, hoje.
Há mais uma coisa que devemos notar: precisamos evitar a murmuração. Ela não agrada ao Senhor. Ela não edifica.

4. O lucro de Maria

“Maria, pois, escolheu a boa parte e esta não lhe será tirada” (Lc 10.42). Maria escolheu estar aos pés de Jesus, numa atitude de adoração e como discípula. Ela não precisava ser repreendida, mas sim elogiada, pois havia feito a melhor escolha.

Aplicação
O tempo que passamos com Jesus é sempre muito bem empregado. Preci­samos organizar a vida de tal forma aprender de Cristo seja o mais importante para nós.
fonte:http://ultimato.com.br/sites/estudos-biblicos/assunto/igreja/marta-e-maria-duas-irmas-duas-atitudes/

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Mensagem do Papa Francisco para a quaresma de 2021

 

Ó meu Jesus, dai-me sabedoria, concedei-me uma mente aberta e iluminada pela Vossa luz, e isto unicamente para que eu conheça melhor a Vós, Senhor! Porque, quanto melhor Vos conhecer, tanto mais ardentemente Vos amarei, único objeto do meu amor. Em Vós mergulha a minha alma, em Vós desfaz-se o meu coração. Não consigo amar apenas em parte, mas com toda a força da minha alma e com todo o ardor do meu coração. Vós mesmo, Senhor, acendestes o meu amor para Convosco, em Vós mergulho o meu coração pelos séculos.  Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1030]. Jesus eu confio em Vós.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO 
PARA A QUARESMA DE 2021 
Vaticano, 12 fev. 21 / 08:15 am (ACI).- O Vaticano publicou nesta sexta-feira, 12 de fevereiro, a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2021, intitulada “‘Vamos subir a Jerusalém...’ (Mt 20, 18). Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade”.

No texto, dirigido a todos os fiéis católicos do mundo, o Santo Padre convidou a “viver a Quaresma como percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens”, assim como a viver “uma Quaresma de caridade significa cuidar de quem se encontra em condições de sofrimento, abandono ou angústia por causa da pandemia de Covid-19”.

“Na Quaresma, estejamos mais atentos a ‘dizer palavras de incentivo, que reconfortam, consolam, fortalecem, estimulam, em vez de palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam’. Às vezes, para dar esperança, basta ser ‘uma pessoa amável, que deixa de lado as suas preocupações e urgências para prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença’”, advertiu o Papa.

“Vamos subir a Jerusalém...” (Mt 20, 18). Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade.

Queridos irmãos e irmãs!

Jesus, ao anunciar aos discípulos a sua paixão, morte e ressurreição como cumprimento da vontade do Pai, desvenda-lhes o sentido profundo da sua missão e convida-os a associarem-se à mesma pela salvação do mundo.

Ao percorrer o caminho quaresmal que nos conduz às celebrações pascais, recordamos Aquele que «Se rebaixou a Si mesmo, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz» (Flp 2, 8). Neste tempo de conversão, renovamos a nossa fé, obtemos a «água viva» da esperança e recebemos com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo. Na noite de Páscoa, renovaremos as promessas do nosso Batismo, para renascer como mulheres e homens novos por obra e graça do Espírito Santo. Entretanto o itinerário da Quaresma, como aliás todo o caminho cristão, já está inteiramente sob a luz da Ressurreição que anima os sentimentos, atitudes e opções de quem deseja seguir a Cristo.

O jejum, a oração e a esmola – tal como são apresentados por Jesus na sua pregação (cf. Mt 6, 1-18) – são as condições para a nossa conversão e sua expressão. O caminho da pobreza e da privação (o jejum), a atenção e os gestos de amor pelo homem ferido (a esmola) e o diálogo filial com o Pai (a oração) permitem-nos encarnar uma fé sincera, uma esperança viva e uma caridade operosa.

1. A fé chama-nos a acolher a Verdade e a tornar-nos suas testemunhas diante de Deus e de todos os nossos irmãos e irmãs

Neste tempo de Quaresma, acolher e viver a Verdade manifestada em Cristo significa, antes de mais, deixar-nos alcançar pela Palavra de Deus, que nos é transmitida de geração em geração pela Igreja. Esta Verdade não é uma construção do intelecto, reservada a poucas mentes seletas, superiores ou ilustres, mas é uma mensagem que recebemos e podemos compreender graças à inteligência do coração, aberto à grandeza de Deus, que nos ama ainda antes de nós próprios tomarmos consciência disso. Esta Verdade é o próprio Cristo, que, assumindo completamente a nossa humanidade, Se fez Caminho – exigente, mas aberto a todos – que conduz à plenitude da Vida.

O jejum, vivido como experiência de privação, leva as pessoas que o praticam com simplicidade de coração a redescobrir o dom de Deus e a compreender a nossa realidade de criaturas que, feitas à sua imagem e semelhança, n'Ele encontram plena realização. Ao fazer experiência duma pobreza assumida, quem jejua faz-se pobre com os pobres e «acumula» a riqueza do amor recebido e partilhado. O jejum, assim entendido e praticado, ajuda a amar a Deus e ao próximo, pois, como ensina São Tomás de Aquino, o amor é um movimento que centra a minha atenção no outro, considerando-o como um só comigo mesmo [cf. Enc. Fratelli tutti (= FT), 93].

A Quaresma é um tempo para acreditar, ou seja, para receber a Deus na nossa vida permitindo-Lhe «fazer morada» em nós (cf. Jo 14, 23). Jejuar significa libertar a nossa existência de tudo o que a atravanca, inclusive da saturação de informações – verdadeiras ou falsas – e produtos de consumo, a fim de abrirmos as portas do nosso coração Àquele que vem a nós pobre de tudo, mas «cheio de graça e de verdade» (Jo 1, 14): o Filho de Deus Salvador.

2. A esperança como «água viva», que nos permite continuar o nosso caminho

A samaritana, a quem Jesus pedira de beber junto do poço, não entende quando Ele lhe diz que poderia oferecer-lhe uma «água viva» (cf. Jo 4, 10-12); e, naturalmente, a primeira coisa que lhe vem ao pensamento é a água material, ao passo que Jesus pensava no Espírito Santo, que Ele dará em abundância no Mistério Pascal e que infunde em nós a esperança que não desilude. Já quando preanuncia a sua paixão e morte, Jesus abre à esperança dizendo que «ressuscitará ao terceiro dia» (Mt 20, 19). Jesus fala-nos do futuro aberto de par em par pela misericórdia do Pai. Esperar com Ele e graças a Ele significa acreditar que, a última palavra na história, não a têm os nossos erros, as nossas violências e injustiças, nem o pecado que crucifica o Amor; significa obter do seu Coração aberto o perdão do Pai.

No contexto de preocupação em que vivemos atualmente onde tudo parece frágil e incerto, falar de esperança poderia parecer uma provocação. O tempo da Quaresma é feito para ter esperança, para voltar a dirigir o nosso olhar para a paciência de Deus, que continua a cuidar da sua Criação, não obstante nós a maltratarmos com frequência (cf. Enc. Laudato si’, 32-33.43-44). É ter esperança naquela reconciliação a que nos exorta apaixonadamente São Paulo: «Reconciliai-vos com Deus» (2 Cor 5, 20). Recebendo o perdão no Sacramento que está no centro do nosso processo de conversão, tornamo-nos, por nossa vez, propagadores do perdão: tendo-o recebido nós próprios, podemos oferecê-lo através da capacidade de viver um diálogo solícito e adotando um comportamento que conforta quem está ferido. O perdão de Deus, através também das nossas palavras e gestos, possibilita viver uma Páscoa de fraternidade.

Na Quaresma, estejamos mais atentos a «dizer palavras de incentivo, que reconfortam, consolam, fortalecem, estimulam, em vez de palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam» (FT, 223). Às vezes, para dar esperança, basta ser «uma pessoa amável, que deixa de lado as suas preocupações e urgências para prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença» (FT, 224).

No recolhimento e oração silenciosa, a esperança é-nos dada como inspiração e luz interior, que ilumina desafios e opções da nossa missão; por isso mesmo, é fundamental recolher-se para rezar (cf. Mt 6, 6) e encontrar, no segredo, o Pai da ternura.

Viver uma Quaresma com esperança significa sentir que, em Jesus Cristo, somos testemunhas do tempo novo em que Deus renova todas as coisas (cf. Ap 21, 1-6), «sempre dispostos a dar a razão da [nossa] esperança a todo aquele que [no-la] peça» (1 Ped 3, 15): a razão é Cristo, que dá a sua vida na cruz e Deus ressuscita ao terceiro dia.

3. A caridade, vivida seguindo as pegadas de Cristo na atenção e compaixão por cada pessoa, é a mais alta expressão da nossa fé e da nossa esperança

A caridade alegra-se ao ver o outro crescer; e de igual modo sofre quando o encontra na angústia: sozinho, doente, sem abrigo, desprezado, necessitado... A caridade é o impulso do coração que nos faz sair de nós mesmos gerando o vínculo da partilha e da comunhão.

«A partir do “amor social”, é possível avançar para uma civilização do amor a que todos nos podemos sentir chamados. Com o seu dinamismo universal, a caridade pode construir um mundo novo, porque não é um sentimento estéril, mas o modo melhor de alcançar vias eficazes de desenvolvimento para todos» (FT, 183).

A caridade é dom, que dá sentido à nossa vida e graças ao qual consideramos quem se encontra na privação como membro da nossa própria família, um amigo, um irmão. O pouco, se partilhado com amor, nunca acaba, mas transforma-se em reserva de vida e felicidade. Aconteceu assim com a farinha e o azeite da viúva de Sarepta, que oferece ao profeta Elias o bocado de pão que tinha (cf. 1 Rs 17, 7-16), e com os pães que Jesus abençoa, parte e dá aos discípulos para que os distribuam à multidão (cf. Mc 6, 30-44). O mesmo sucede com a nossa esmola, seja ela pequena ou grande, oferecida com alegria e simplicidade.

Viver uma Quaresma de caridade significa cuidar de quem se encontra em condições de sofrimento, abandono ou angústia por causa da pandemia de Covid-19. Neste contexto de grande incerteza quanto ao futuro, lembrando-nos da palavra que Deus dera ao seu Servo – «não temas, porque Eu te resgatei» (Is 43, 1) –, ofereçamos, juntamente com a nossa obra de caridade, uma palavra de confiança e façamos sentir ao outro que Deus o ama como um filho.

«Só com um olhar cujo horizonte esteja transformado pela caridade, levando-nos a perceber a dignidade do outro, é que os pobres são reconhecidos e apreciados na sua dignidade imensa, respeitados no seu estilo próprio e cultura e, por conseguinte, verdadeiramente integrados na sociedade» (FT, 187).

Queridos irmãos e irmãs, cada etapa da vida é um tempo para crer, esperar e amar. Que este apelo a viver a Quaresma como percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens, nos ajude a repassar, na nossa memória comunitária e pessoal, a fé que vem de Cristo vivo, a esperança animada pelo sopro do Espírito e o amor cuja fonte inexaurível é o coração misericordioso do Pai.

Que Maria, Mãe do Salvador, fiel aos pés da cruz e no coração da Igreja, nos ampare com a sua solícita presença, e a bênção do Ressuscitado nos acompanhe no caminho rumo à luz pascal.
Francisco
Roma, em São João de Latrão, na Memória de São Martinho de Tours, 11 de novembro de 2020. 
fonte:https://www.acidigital.com/noticias/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma-2021-82409
MULHERES NA BÍBLIA: NOEMI
Quem foi Noemi na Bíblia?
Noemi foi esposa de Elimeleque, mãe de Malom e Quiliom e sogra de Rute e Orfa. A história de Noemi está registrada no livro de Rute no Antigo Testamento. É especialmente devido à relação de companheirismo por parte de sua nora, Rute, que as pessoas ficam curiosas para saber quem foi Noemi na Bíblia.

História de Noemi na Bíblia
Noemi viveu durante o período dos juízes em Israel. Juntamente com seus filhos e marido, Elimeleque, o efrateu, Noemi formava uma abastada e distinta família que morava em Belém de Judá.

No entanto, houve uma grande fome em Belém, o que fez com que Elimeleque resolvesse se mudar daquela região em busca de melhores condições de sobrevivência para sua família. Nessa época o povo de Israel vivia um período de grande instabilidade.

Após a morte de Josué, os israelitas se envolveram em frequentes casos de infidelidade e rebeldia contra Deus, que refletia diretamente em uma decadência moral e política. Nesse período Deus levantou grandes homens para libertar o povo das mãos de opressores, mas logo que desfrutava da benção da providencia de Deus o povo voltava ao seu estado de rebeldia.

O nome “Belém” significa “casa do pão”, do original beth, “casa”, e lehem, “pão”, mas no período em que Noemi viveu na “Casa do Pão” havia fome. Aquela situação difícil era justamente resultado da conduta apóstata dos israelitas, ou seja, era um juízo da parte de Deus (cf. Lv 26:19; Dt 28:23,24; 2Sm 24:13,14).

As tragédias de Noemi
A família de Noemi foi para Moabe buscando uma vida melhor, mas acabou encontrando a tragédia. Não é possível saber quanto tempo se passou desde que aquela família chegou a Moabe até o dia em que ela ficou viúva.

Em Moabe seus dois filhos se casaram com mulheres moabitas, Rute e Orfa. Tão logo, a Bíblia também nos informa que Malom e Quiliom morreram. Assim, Noemi, que já era viúva, acabou ficando completamente desamparada, sem marido e sem filhos.

Noemi volta a Belém
Tudo o que havia restado a Noemi eram suas duas noras. Num determinado tempo ela recebeu a notícia de que o Senhor tinha visitado o povo de Israel, e o período de escassez havia terminado.

Então Noemi resolveu voltar ao seu povo e liberou suas noras para que cada uma voltasse para a casa de suas respectivas famílias e pudessem reconstruir suas vidas casando-se novamente. Orfa acatou o seu conselho, mas sua outra nora, Rute, resolveu acompanhá-la em direção a Belém. Ali nascia uma das mais belas histórias de companheirismo registrada nas Escrituras.

Receber Estudos da Bíblia
Noemi quer esquecer seu nome
O nome Noemi significa “deleite”, “amável” ou “agradável”, do original na’omi. Entretanto, após todos os problemas que lhe acometeram, ao retornar a Belém Noemi não quis mais ser chamada pelo seu nome.

Ela havia saído de Belém com uma família proeminente, repleta de esperança por dias melhores, mas estava retornando sem seu marido, sem seus filhos, sem esperança e sem alegria. Todo o infortúnio que lhe atingiu ela atribuiu a Deus, e por isso quis ser chamada de Mara, um nome que expressava toda sua amargura conforme ela mesma dizia: “chamai-me Mara; porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso” (Rt 1:20).

Noemi volta a sorrir
Em Belém, Rute, sua companheira inseparável, foi trabalhar respigando no campo no período da colheita, pois a Lei permitia que as pessoas necessitadas recebessem esse tipo de benevolência por parte dos mais ricos.

Foi nesse trabalho que Rute entrou no campo que pertencia a Boaz, um parente do falecido marido de Noemi. Então Noemi orientou Rute sobre como proceder a fim de que Boaz tornasse seu marido com base no casamento levirato, e assim ocorreu.

Rute se casou Boaz e deu à luz a Obede. Esse primeiro filho do casal foi considerado como filho de Noemi, que se tornou sua ama. O nascimento de Obede claramente foi providência de Deus (Rt 4:14,15).

No livro de Rute, a história de Noemi começa no meio de grandes tragédias, mas termina com a bênção da misericórdia Divina. A vida de Noemi nos ensina, sobretudo, que é Deus quem está no controle de todas as coisas, Ele é quem conduz a História e nada foge do seu controle.

Aos olhos humanos, Noemi estava destruída, privada da felicidade, mas nos planos soberanos do Senhor Noemi voltaria a sorrir, segurando no colo aquele que foi avô do grande rei Davi, cuja descendência resultou na vinda do Messias (Rt 4:18-22; Mt 1).
FONTE:https://estiloadoracao.com/quem-foi-noemi-na-biblia/

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Graças e louvores se deem a todo momento ao Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.


 O médico não permitiu que eu fosse à capela para a devoção da Paixão; embora tivesse um ardente desejo, fiquei rezando no meu próprio quarto. De repente, ouvi a campainha no quarto vizinho, entrei e prestei um favor a uma pessoa gravemente doente. Quando voltei ao meu quarto, vi de repente Nosso Senhor, que me disse: Minha filha, deste-Me maior alegria prestando-Me esse serviço do que se tivesses rezado por muito tempo. – Eu respondi: ”Não foi a Vós, meu Jesus, que prestei um serviço, mas a esse doente.” – E respondeu-me o Senhor: Sim, Minha filha, tudo que fazes ao próximo – é a Mim que o fazes. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1029]. Jesus eu confio em Vós.
MULHERES NA BÍBLIA: JEZABEL
Quem foi Jezabel na Bíblia?
Jezabel foi a esposa de Acabe, o rei de Israel entre anos de 874 a 853 a.C. Jezabel era filha de Etbaal, rei e sacerdote de Tiro e Sidom. A história de Jezabel na Bíblia está registrada nos livros de 1 e 2 Reis no Antigo Testamento.

A rainha Jezabel ficou conhecida principalmente por ser uma mulher má e perversa que perseguiu os profetas do Senhor e trouxe a idolatria para dentro de Israel. Falar sobre quem foi Jezabel é falar numa das pessoas mais lembradas dentre todos os personagens bíblicos. Por isso frequentemente ela é citada em pregações e estudos bíblicos.

A história de Jezabel
Jezabel era uma princesa dos sidônios que se casou com o rei Acabe. Esse casamento ocorreu como um tipo de compensação pela hostilidade de Damasco contra Israel, num acordo promovido por Onri, pai de Acabe, para reafirmar uma aliança entre Tiro e Israel (cerca de 880 a.C.).

Jezabel foi uma devota de Baal-Melcarte, o deus cultuado na Fenícia. Quando casou-se com Acabe, foi feito um tratado para que ela pudesse continuar adorando o seu deus nativo também em Samaria, seu novo lar (1 Reis 16:31-33).

Jezabel convenceu Acabe para que ele edificasse santuários para o culto ao seu deus. Com isso, ela trouxe centenas de sacerdotes e profetas de sua religião pagã para dentro de Israel. Ela contava com quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, e quatrocentos profetas da deusa Asera (1 Reis 18:19).

A rainha Jezabel tinha personalidade forte e dominante. Além de seu fanatismo religioso, ela era impulsiva e violenta. Sua principal exigência era que seu deus tivesse os mesmos direitos do Deus de Israel perante o povo. Jezabel então começou a perseguir os profetas do Senhor. Assim, ela mandou matar todo aquele que se pusesse contra suas práticas idólatras (1 Reis 18:4).

A narrativa bíblica claramente nos mostra que ela exercia forte influência sobre Acabe, pois o rei permitia que Jezabel agisse conforme desejasse. Ela teve três filhos com o rei de Israel: Acazias, Jorão e Atalia (existe uma discussão se Jezabel realmente foi a mãe de Atalia). Ela também instruiu seus filhos de acordo com suas práticas. Atalia, por exemplo, levou seus costumes reprováveis para Judá quando se casou com o Jeorão, filho de Josafá (2 Reis 8:18).

Jezabel e Elias
O principal desafeto de Jezabel foi o profeta Elias, que reprovava seus costumes. Num dos episódios mais conhecidos da Bíblia, o profeta Elias realizou uma disputa no Monte Carmelo, a fim de provar quem era o verdadeiro Deus. Então caiu fogo do Senhor, e os profetas de Baal acabaram massacrados (1 Reis 18:17-40).

Mesmo com a prova real do poder de Deus, e com o massacre de seus profetas, Jezabel não diminuiu sua idolatria. Muito pelo contrário! Seu ódio perseguidor se intensificou. Ela ameaçou o profeta Elias, que precisou fugir para o Monte Horebe.

Jezabel e Nabote
Jezabel foi a pessoa que conduziu as ações no caso da vinha de Nabote, agindo de maneira inescrupulosa. Nabote era um homem que possuía uma vinha na vizinhança do palácio de Acabe em Jezreel. Acabe desejou a vinha de Nabote, mas o homem não quis negociá-la. No começo, Acabe até respeitou o direito de pose de Nabote, que desejava manter a terra de sua herança.

Porém, Jezabel, de forma violenta e impiedosa, acabou tramando um julgamento que culminou na morte de Nabote (1 Reis 21:10). Entretanto, esse evento, combinado com os outros atos de crueldade de Jezabel, trouxeram terríveis consequências à casa de Acabe, que acabou sendo exterminada (2 Reis 9:7-26).

A morte de Jezabel
Depois que Acabe faleceu, Jezabel ainda continuou tendo grande poder e influência em Israel durante os reinados de seus filhos Acazias e Jorão. Mas, Jeú, um oficial do exército, assassinou Jorão, limpou a casa de Acabe do reino e ascendeu ao trono. Jeú erradicou o culto a Baal em Israel.

Após ter matado Jorão, Jeú se dirigiu ao palácio em Jezreel. No palácio, Jezabel estava vestida esplendorosamente esperando por Jeú com a intenção de afrontá-lo (2 Reis 9:30). Então Jeú deu ordens para que oficiais a lançassem pela janela da torre do palácio. Depois Jeú ainda atropelou o corpo de Jezabel (2 Reis 9:33).

Depois de ter feito uma refeição, Jeú ordenou que seus homens sepultassem Jezabel, pois ela era filha de rei. É interessante perceber pela narrativa bíblica que Jeú não lhe atribuiu o título de “rainha de Israel”, mas apenas se referiu a ela como “filha de rei”, por ter sido filha de Etbaal, o rei sidônico.

Mas quando foram sepultar a esposa de Acabe, os homens de Jeú encontraram apenas seu crânio, seus pés e suas mãos. Sua carne havia sido devorada por cães (2 Reis 9:36). Vale lembrar que os cães também figuraram na morte de Acabe. Eles lamberem o sangue do rei que ficou no carro em que ele estava quando foi mortalmente ferido (1 Reis 22:38).

A morte de Jezabel havia sido profetizava pelo profeta Elias, e se cumpriu exatamente conforme a profecia: “E também acerca de Jezabel falou o Senhor, dizendo: Os cães comerão a Jezabel junto ao antemuro de Jizreel” (1 Reis 21:23). “Então voltaram e contaram isso a Jeú, que disse: Cumpriu-se a palavra do Senhor, anunciada por meio do seu servo Elias, o tesbita: Num terreno em Jezreel cães devorarão a carne de Jezabel” (2 Reis 9:36).

Jezabel no Novo Testamento
O nome “Jezabel” aparece no livro do Apocalipse, na carta à igreja de Tiatira (Apocalipse 2:20-23). A designação “essa mulher, Jezabel” refere-se à certa pessoa autointitulada profetisa, que ensinava e promovia a imoralidade e a idolatria, dois dos mais importantes costumes do paganismo na Ásia Menor.

Não se sabe exatamente se tal designação referia-se a uma pessoa específica ou a um grupo de pessoas dentro daquela igreja, que induzia os cristãos às práticas pecaminosas como uma forma de religião. Seja como for, o uso do nome “Jezabel” nesse contexto parece indicar que esse nome se tornou um símbolo de apostasia.fonte:https://estiloadoracao.com/quem-foi-jezabel/

CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA
Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço toda a Vós, e em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vossa, ó incomparável Mãe, guardai-me, defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém.
CONFIO
Confio em teu poder, e em tua bondade, em ti confio com filialidade.
Confio cegamente em toda a situação, Mãe, no teu Filho e na tua proteção. (3x)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Quarta feira de cinzas, dia de jejum e abstinência.

 

Domingo de Ramos. Durante a santa Missa, a minha alma ficou submersa na amargura e nos sofrimentos de Jesus. Jesus deu-me a conhecer o quanto sofreu nesse cortejo triunfal. O “Hosana” ressoava no Coração de Jesus como um eco do ”Crucifica-O!” Jesus permitiu que eu o sentisse de maneira especial. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1028]. Jesus eu confio em Vós.

QUARTA FEIRA DE CINZAS - INICIO DA QUARESMA
PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE SÃO MATEUS 6,1-6.16-18
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Quando praticarem o bem, não o façam para dar nas vistas. Se assim fizerem, já não terão nenhuma recompensa a receber do Pai que está nos céus. Portanto, quando deres esmola, não faças alarde, como é costume das pessoas fingidas, nas casas de oração e nas ruas, para serem elogiadas. Garanto-vos que essas pessoas já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando deres esmola, procura que a tua mão esquerda nem saiba o que faz a direita. Deste modo, a tua esmola ficará em segredo; e o teu Pai, que vê o que se passa em segredo, há-de recompensar-te. Quando orarem, não façam como as pessoas fingidas, que gostam de orar de pé, nas casas de oração e às esquinas das ruas, para toda a gente as ver. Garanto-vos que essas pessoas já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando quiseres fazer oração, entra no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai que está presente sem ser visto. E o teu Pai, que vê o que se passa em segredo, há-de recompensar-te. Quando jejuarem, não andem de cara triste, como as pessoas fingidas, que até desfiguram a cara para toda a gente ver que andam a jejuar. Garanto-vos que essas pessoas já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando jejuares, lava a cara e penteia bem o cabelo. Deste modo, ninguém saberá que andas a jejuar, a não ser o teu Pai, que está presente sem ser visto. Ele, que vê tudo o que se passa em segredo, te dará a recompensa. Palavras da Salvação. Glória a Vós Senhor.
A IGREJA PEDE NA QUARTA FEIRA DE CINZAS E NA SEXTA FEIRA SANTA 
O JEJUM E ABSTINÊNCIA
De acordo com o Código de Direito Canônico – livro das leis que orienta a Igreja Católica:

Jejum 
A "forma de penitência que consiste na privação de alimentos". Para tal prática, a orientação tradicional é que se faça apenas uma refeição completa durante o dia e, caso haja necessidade, pode-se tomar duas outras pequenas refeições, que não sejam iguais em quantidade à habitual.

Pelas orientações da Igreja, estão obrigados ao jejum os que tiverem completado 18 anos até os 59 completos. Os outros podem fazer, mas sem obrigação. Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia do jejum.

Abstinência
Sobre a abstinência, o Direito Canônico diz que "consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre". Segundo o documento, a tradição da Igreja indica a abstenção de carne, pelo menos nas sextas-feiras da Quaresma. "Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo os mais requintados e dispendiosos [caros] ou da especial preferência de cada um", orienta o documento.

A obrigação da abstinência começa aos 14 anos e se prolonga por toda a vida. Grávidas que necessitem de maior nutrição e doentes que, por conselho médico, precisam comer carne, estão dispensados da abstinência, bem como os pobres que recebem carne por esmola.
Quarta-feira de Cinzas e sexta feira santa: jejum e abstinência obrigatórios.
fONTE:https://noticias.cancaonova.com/brasil/jejum-e-abstinencia-saiba-o-que-ensina-a-igreja-sobre-o-assunto/
MULHERES NA BÍBLIA: LÍDIA
Lídia foi uma das mulheres descritas no Novo Testamento no período dos apóstolos na Igreja Primitiva. A Bíblia não nos fornece muitas informações sobre Lídia, mas o pouco que sabemos já é suficiente para entendermos que essa mulher teve uma participação importante no início da História da Igreja.
Quem foi Lídia?
Lídia foi uma mulher natural de Tiatira, na região de Lídia (por isso foi preciso a explicação acima), que, em Filipos, se tornou, possivelmente, uma das primeiras pessoas (se não a primeira) europeia convertida no ministério de Paulo.

Quando o apóstolo Paulo foi para Filipos, onde Lídia vivia, o Evangelho foi pregado e Deus abriu o coração de Lídia para que ela recebesse o Evangelho (At 16:14). Depois de ser batizada, ela ofereceu hospedagem à Paulo, Silas e Lucas (At 16:14,15,40). Inclusive após a experiência da prisão de Paulo e Silas, ambos retornaram à casa de Lídia antes de partirem. Lídia era uma mulher de posição (At 17:4,12), sendo cabeça da família, o que significa que era viúva ou solteira. Ela era comerciante de corantes purpurinos, e dados históricos indicam que a cidade de sua origem, Tiatira, era renomada por suas tinturas de púrpura.

Ela era prosélita judia, ou seja, convertida ao monoteísmo ético do judaísmo, isto é, a religião judaica. Pode ser que nas referências pessoais de Paulo em Filipenses 4:3, Lídia esteja incluía, porém, visto que ela não é mencionada nominalmente, pode ser possível que ela já tivesse falecido ou deixado à cidade. De qualquer forma, é certo que a hospitalidade demonstrada por Lídia, se tornou tradicional na igreja de Filipos (Fp 1:5; 4:10).

Quanto ao nome “Lídia”, este pode ser uma forma adjetivada como “a mulher lídia” ou “a lidiana”, pois tais nomes éticos eram comuns, mas também “Lídia” podia ser, igualmente, um nome próprio.
fonte:https://estiloadoracao.com/quem-foi-lidia-na-biblia/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Obrigada Deus, por tudo!!!!Mulheres na Bíblia: Priscila

 Hoje, uma força estranha me arrastou para a ação. Tenho que me opor a esse impulso, porque de outra forma iria imediatamente nessa direção.  Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1027]. Jesus eu confio em Vós.

“Anjo do Senhor – que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião – guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém.”
MULHERES NA BÍBLIA: PRISCILA
Priscila foi uma mulher relevante no século em que viveu. Ao lado do marido, Áquila, seguiu de perto os passos do Apóstolo Paulo. Leia o que está escrito em Atos 18:2,3. “E, achando um certo judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), ajuntou-se com eles, e, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas.”

Priscila fazia Igreja por onde passava
Priscila realizava discipula¬do intenso por onde passava. Ela era muito ativa com o esposo em acompanhar a trajetória do Apóstolo Paulo na propagação do Evangelho e em abrir Igrejas nas casas. Ela abriu a sua casa para que ali uma pe¬quena Igreja se reunisse e se alimentasse da Palavra de Deus.

Priscila era cooperadora do discipulado ao lado do seu marido
O texto de Romanos 16:3-5 faz uma linda narração sobre o relacionamento de Paulo, Priscila e Áquila. “Saudai a Priscila e a Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as Igrejas dos gentios. Saudai também a Igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acaia em Cristo.”

O relacionamento deles era tão forte em prol do Evangelho que arriscar a vida havia se tornado algo comum. Na verdade, era necessário para que o Evangelho se espalhasse entre judeus e gentios. E Paulo reconhece o lindo trabalho do casal que estava disposto a seguir com ele ou a ficar em determinadas cidades, contanto que Jesus fosse ensinado.

A verdade é que Priscila, como mulher que veio de Roma, um lugar nada fácil para viver o Evangelho, com certeza trazia consigo as marcas da decisão de servir a Deus, reconhecendo Jesus como seu Salvador. As agruras que passou por amor ao Reino fizeram com que fosse uma facilitadora de caminhos para outros que, como ela, queriam abraçar a mesma fé.

Discípulos e amigos
Paulo sabia que ele havia formado mais que discípulos. Priscila e Áquila eram amigos, irmãos dispostos a entregar suas vidas, como podemos comprovar no texto de Romanos 16:3-5.

O fato de caminharem em discipulado, que resultou em uma parceria extraordinária que somou muitas vitórias, fez com que vencessem todos os conflitos e controvérsias da época, todas as crises do século.

Tudo que a Bíblia cita sobre Priscila, a forma como foi a única mulher a acompanhar, com o marido, o ministério do Apóstolo Paulo tão de perto mostra-nos que era madura, auxiliadora e preparada para toda a boa obra. Que ela era uma líder nata, não há dúvidas, assim também como não podemos negar quão notável ela foi.

A vida de Priscila não abre precedentes para colocarmos dificuldades em pregar o Evangelho e fazer a parte que nos cabe. Devemos honrar o nosso marido, trabalhando lado a lado com ele no ministério, claro que cada um respeitando a unção do outro, como podemos observar no relacionamento saudável desse casal.

Há passagens bíblicas que falam primeiro de Priscila e depois de Áquila, mostrando quão importante e forte era o papel dessa mulher na sociedade em que vivia. Entretanto, não contabilizamos uma atitude de desrespeito dela em direção ao marido ou a Paulo.

A mulher de caráter forte, contada como uma das primeiras missionárias da Bíblia, seguiu firme, cumprindo sua missão de Apóstola – abrindo Igrejas por onde passava, estabelecendo o discipulado genuíno que pregava Cristo e sendo a esposa e auxiliadora idônea. Deixou o ensinamento para que eu e você sejamos tudo que Deus tem para nós.
FONTE: https://www.mir12.com.br/br/2015/congressos/mulheres/ministracoes/313-priscila-uma-mulher-relevante
A melhor forma de agradecer a Deus pela vida é dedicando a Ele todo nosso tempo, toda nossa fé e todo nosso amor.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Senhor meu Deus, vossa misericórdia é infinita e sob vosso nome santo todas as coisas foram criadas.

Quando me sentei para tomar o café da manhã, muito saboroso – disse ao  Senhor: “Agradeço-Vos por estes dons, mas o meu coração agoniza de saudade por Vós e nada do que é da terra tem sabor para mim. Desejo o alimento do Vosso amor”. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1026]. Jesus eu confio em Vós.
MULHERES NA BÍBLIA: MARIA MULHER DE CLEOFAS
Origens
Santa Maria de Cléofas é uma tia de Jesus citada nos Evangelhos. A forma como ela é chamada, Maria “de Cléofas” é uma referência ao seu marido chamado Cléofas. Em algumas versões ele é chamado de Cléopas ou de Clopas, mas trata-se da mesma pessoa. Cléofas Alfeu era irmão de São José e Maria de Cléofas era irmã da Virgem Maria segundo algumas tradições. Santa Maria de Cléofas acompanhou Jesus desde a gravidez da Virgem Maria até sua morte e ressurreição. É, portanto, uma testemunha ocular e preciosa dos fatos relativos à História da Salvação.

A confusão com os chamados “irmãos de Jesus”
Santa Maria de Cléofas e seu marido tiveram três filhos mencionados nos Evangelhos: Simão, Tiago Menor, e Judas Tadeu. Eles foram muitas vezes confundidos como sendo “irmãos do Senhor”, mas, na realidade, eram primos. É que nas línguas semíticas não existe uma palavra para designar “primo” e outros graus de parentesco. Por isso, parentes como tios e primos são chamados de irmãos.

Testemunha
Santa Maria de Cléofas vivia em Nazaré com sua família e, provavelmente, tinha sua casa ao lado da casa de Nossa Senhora, como era o costume das famílias naquele tempo. Por isso, ela certamente acompanhou a Virgem Maria em todos os momentos do Mistério de Cristo. Como tia, carregou Jesus no colo, amparou-o, encantou-se com a bondade do sobrinho e alegrou-se ao ver seus filhos seguindo os passos de Jesus.

Presente nos Evangelhos
Os Evangelhos atestam Santa Maria de Cléofas acompanhando Jesus em várias passagens. Encontramo-la fiel no sofrimento, aos pés da cruz de Jesus, ao lado da Virgem Maria:

"Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena". (Jo 19,25) São Mateus confirma esta presença (Mateus 27, 56 e 61). Depois, na madrugada do domingo da ressurreição (Mt 28,1).

São Marcos relata a presença de Santa Maria de Cléofas aos pés da Cruz (Mc 15, 40 e 47) e também que Santa Maria de Cléofas foi uma das testemunhas da ressurreição de Cristo:

"E passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo (...) O mensageiro divino anunciou às piedosas mulheres: Por que procuram o vivo entre os mortos?" (Mc 16,1 e seguintes).

E depois, muito provavelmente, ela e seu marido Cléofas estiveram no Cenáculo no dia de Pentecostes quando o Senhor enviou o Espírito Santo, dando início à Igreja.

Apoio a Nossa Senhora
Santa Maria de Cléofas foi, sem dúvida, um apoio humano para a Virgem Maria. Na alegria e na tristeza ela é citada nos Evangelhos. Seus filhos certamente cresceram como irmãos de Jesus na pequena aldeia de Nazaré, que tinha, no máximo, 500 habitantes. É admirável sua fidelidade aos pés da cruz de seu sobrinho Jesus, e na alegria da ressurreição, quando ela e outras mulheres foram ao túmulo para ungir o corpo do Mestre e acabaram encontrando-o vivo, ressuscitado. Por tudo isso, Santa Maria de Cléofas pode ser chamada carinhosamente de padroeira das tias, pois ela foi tia amada e presente na vida de Jesus.
fonte:https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-maria-de-cleofas/220/102/
Oração pelas Almas do Purgatório
Senhor meu Deus, vossa misericórdia é infinita e sob vosso nome santo todas as coisas foram criadas.
Salvai as almas dos nossos irmãos e irmãs que vos buscaram com fidelidade e que se encontram prontas para vos contemplar e louvar.
Chamai para junto de vós as almas que durante a vida souberam ser caridosas, souberam partilhar seus bens, mas que por alguma falha humana hoje não se encontram na plena glória de vossa presença.

Novena "Almas Aflitas"
Segunda-feira, dia dedicado as Almas do Purgatório.
"Pai Eterno, eu vos ofereço o sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, intercedei pelas almas aflitas.
E vós, almas aflitas, ide perante a Deus e pedi a graça que necessito (fazer o pedido)". Rezar: Pai Nosso, Ave Maria e o Glória.

“Dai Senhor as almas o descanso eterno e que a luz perpétua as ilumine, Descansem em paz. Amém”.