quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Alma de Cristo, santificai-me. Dentro de Vossas chagas, escondei-me. SÃO BERNARDO DE CLARAVAL, rogai por nós.

                                                         

Essa graça de Deus foi-me dada, precisamente, porque sou a mais fraca das criaturas, e por isso o Todo-poderoso envolveu-me com a Sua especial misericórdia. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 1099]. Jesus eu confio em Vós.

Graças e louvores se deem a todo o momento ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento (3x). Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre e por todos os séculos dos séculos. Amém.

Alma de Cristo, santificai-me. 
Corpo de Cristo, salvai-me. 
Sangue de Cristo, inebriai-me. 
Água do lado de Cristo, lavai-me. 
Paixão de Cristo, confortai-me. 
Ó bom Jesus, ouvi-me. 
Dentro de Vossas chagas, escondei-me. 
Não permitais que me separe de Vós. 
Do espírito maligno, defendei-me. 
Na hora da minha morte, chamai-me 
e mandai- me ir para Vós, 
para que com os vossos Santos Vos louve 
por todos os séculos dos séculos. Amém.
HOJE FAZEMOS MEMÓRIA DE SÃO BERNARDO DE CLARAVAL
São Bernardo nasceu em 1090, no Castelo de Fontaine, região de Borgonha, França. Filho de um nobre chamado Tescelin Sorrel, o Vermelho e de Aleth de Monthbard, mulher virtuosa venerada como bem aventurada. Teve sete irmãos dentre os quais era o terceiro. Bernardo sempre se destacou pela inteligência e pela beleza física. Aos 9 anos foi para a escola canônica, e destacou-se principalmente na literatura.
A vocação de São Bernardo
Em 1112, aos 22 anos, Bernardo entra na Abadia de Cister, também em Borgonha. Esta abadia era um mosteiro cisterciense fundado por São Roberto de Molesme.
Foi então que Bernardo convenceu mais de trinta homens, irmãos, tios e vários amigos a entrarem para a ordem, causando enorme surpresa e alegria para a Abadia e para Santo Estevão Harding, abade sucessor do fundador São Roberto.
São Bernardo de Claraval
Bernardo era homem de estudo e oração, praticando com austeridade a regra do mosteiro, a mesma escrita por São Bento. Bernardo dedicava-se à oração e ao ensino da catequese. Tinha grande dom de oratória e convertia muitos com quem conversava, tanto que levou o para o mosteiro o irmão mais novo e seu pai.
Após dois anos em Cister, Bernardo foi enviado para o vale de Langres em 1115, com a missão de fundar a Abadia de Claraval, (vale claro), tornando o seu primeiro Abade, com apenas 25 anos. Em pouco tempo a Abadia ficou conhecida em toda a França e posteriormente por toda a Europa como um lugar onde se vivia a oração, o trabalho, a humildade, a caridade e a cultura profunda.
Bernardo e os monges de Claraval viviam com amor e integridade os votos de pobreza, castidade e obediência. Certa vez teve uma visão: um menino envolto numa luz divina disse a ele: fala aos outros sempre, pois serás inspirado pelo Espírito Santo e receberás a graça especial de compreender as fraquezas das pessoas e ajudá-las. Assim, Bernardo conseguiu muitas vocações para Claraval. O Mosteiro chegou a ter 700 monges, inclusive Henrique de França, irmão do Rei Luís Vll, que mais tarde foi bispo e arcebispo de Reims.
Bernardo reformou a Ordem Cisterciense e levou-a a ser o que é até hoje, quase mil anos depois. Ele mesmo fundou muitos mosteiros na Europa: 35 na França, 14 na Espanha, 10 na Inglaterra e Irlanda, 6 em Flandres, 4 na Itália, 4 na Dinamarca, 2 na Suécia e 1 na Hungria, além de muitos outros que se filiaram à Ordem. Sua Ordem chegou aos cinco continentes.
No Brasil, no Estado de Minas Gerais, existe uma cidade chamada Claraval, que nasceu ao redor de um grande mosteiro da ordem dos Cistercienses.
O falecimento
Quando estava para morrer e os monges rezando para que Deus não deixasse, ele disse:

Porque desejais reter aqui um homem tão miserável? Usai da misericórdia para comigo e deixai-me ir para Deus. Assim, São Bernardo faleceu no dia 20 de agosto de 1153, aos 63 anos de idade.
HINO À S.BERNARDO

Bernardo, luz celeste, que agora festejamos, transforma em dons divinos os hinos que cantamos.
O Cristo no teu peito, sol vivo que flameja, te faz coluna, escudo, doutor da sua Igreja.
O Espírito em teus lábios pôs fontes de verdade e mel que se derrama por toda a humanidade.
Ninguém com mais ternura nos fala de Maria: busquemos na procela a Estrela que nos guia!
De claustros tu semeias a Europa e o mundo inteiro, os papas te consultam, dos Reis és conselheiro.
Ao Deus, que é uno e trino, as vozes elevemos, e um dia, face a face, contigo contemplemos.

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