sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Sagrado Coração, socorrei-nos!

O bom Deus deixou-a sob meus cuidados durante duas semanas e pude ajudá-la. Contudo, quantos sacrifícios me custou essa alma só Deus o sabe. Por nenhuma alma levei diante do Trono divino tantos sacrifícios, sofrimentos e orações quanto por ela.  [Diário de Santa Faustina nº 202]. Jesus eu confio em Vós!  
Oremos a Consagração ao Coração de Jesus

Senhor Jesus, 
prometestes que Vos encontraríeis 
onde dois ou três 
estivessem juntos em vosso nome,
eis aqui, amabilíssimo Salvador, 
os nossos corações 
unidos pelo mesmo desejo de adorar, 
louvar, amar, bendizer e agradar 
ao vosso santíssimo
e sacratíssimo Coração, 
ao qual dedicamos 
e consagramos os nossos 
para todo o tempo e para a eternidade.

Renunciamos para sempre 
a todos os amores e afeições 
que não estejam no amor e na afeição 
do vosso Coração adorável.
Desejamos que todos os desejos, 
saudades e aspirações dos nossos corações 
estejam sempre conformes 
ao amor puríssimo do vosso, 
que queremos contemplar, 
quanto nos for possível.

Mas, como por nós 
não podemos fazer nada de bom,
suplicamo-Vos, adorabilíssimo Jesus, 
pela infinita bondade e doçura 
do vosso Sagrado Coração, 
que ampareis os nossos 
e os confirmeis no propósito 
que os movestes a fazer, 
para vosso amor e serviço.

Que nunca, em tempo nenhum, 
por coisa nenhuma, 
nos desunamos nem nos separemos de Vós, 
mas sejamos fiéis 
e constantes nesta resolução.

Fazei que sacrifiquemos 
ao amor do vosso Sagrado Coração 
tudo o que no nosso é vão prazer mundano 
ou o que o entretém 
com as coisas fúteis desta terra, 
onde tudo é vaidade e aflição de espírito, 
menos o amar-vos e servir-vos só a Vós.·
Divino e amabilíssimo
Senhor e Salvador nosso, Jesus, 
desejamos que sejais bendito, 
amado e glorificado 
por todas as vossas criaturas, 
por toda a eternidade. Amém.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Graças e louvores sempre ao Santíssimo Sacramento.

Hoje minha irmã veio me visitar. Quando me contou dos seus planos, fiquei apavorada, não acreditando que fosse possível. Era um bela almazinha diante de Deus, que, no entanto, estava envolta por grandes trevas e não sequer sabia como se livrar delas. Via tudo escuro. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 202]. Jesus eu confio em Vós! 
Oração a Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
Ó Virgem Maria, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, glória do povo cristão, alegria da Igreja Universal, Salvação do mundo, rogai por nós e despertai em todos os fiéis a devoção à Santíssima Eucaristia, a fim de que se tornem dignos de comungar todos os dias.

Ó Santíssima e Imaculada Senhora, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e nossa, nós, os pecadores, pedimos-vos que nos alcanceis de vosso Divino Filho Sacramentado todos os dons e graças de que necessitamos, para vivermos sustentados de Seu amor, para adquirirmos os merecimentos de Seus fiéis escravos e para termos a felicidade de, com Ele e convosco, viver por todos os séculos dos séculos. Amém.

Salve, Rainha…
Eu Te adoro, ó Cristo, Deus no Santo Altar. Em Teu Sacramento vivo a palpitar!
Dou-Te partilha, vida e coração, pois de amor me inflamo na contemplação!
Tato e vista falham, bem como o sabor; só por meu ouvido tem a fé vigor. Creio no que disseste, ó Jesus, meu Deus!
Verbo da Verdade vindo a nós dos céus!
Tua divindade não se viu na cruz, nem a humanidade vê-se aqui, Jesus!
Ambas eu confesso como o bom ladrão, e um lugar espero na eterna mansão!
Não me deste a dita, como a São Tomé, de tocar-­Te as chagas, mas eu tenho fé!
Faze que ela cresça como o meu amor, e a minha esperança tenha novo ardor!
Dos Teus sofrimentos é memorial esse Pão de Vida, Pão Celestial!
Dele eu sempre queira mais me alimentar, sentir-­Lhe a doçura divinal sem par!
Bom Pastor piedoso, Cristo, meu Senhor, lava no Teu Sangue a mim, tão pecador!
Pois que uma só gota pode resgatar do pecado o mundo e o purificar!
Ora Te contemplo sob espesso véu, mas desejo ver-­Te, Bom Jesus, no Céu, face a face. 
Um dia, poderei de Ti gozar, nessa doce pátria, e sem fim Te amar.
CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA
Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço toda a Vós, e em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou vossa, ó incomparável Mãe, guardai-me, defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém.
CONFIO
Confio em teu poder, e em tua bondade, em ti confio com filialidade.

Confio cegamente em toda a situação, Mãe, no teu Filho e na tua proteção. (3x)

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

A própria morte tem que dobrar-se diante dele.

Não existem barreiras para ele, é independente como um rei e tem passagem livre em toda parte. A própria morte tem que dobrar-se diante dele... Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 201]. Jesus eu confio em Vós!
Oração a São José Operário para conseguir emprego
Ó meu querido santo trabalhador, que em vida fizestes a vontade de Deus através do trabalho, abra as portas do mercado de trabalho para  conseguir um emprego. 
Dai-me forças e coragem para não desistir no primeiro não. 
Que eu tenha a disposição de santa Teresa D’Ávila, a simplicidade de Maria de Nazaré, a força de Santo Antonio. 
Orienta os nossos governantes para a distribuição dos bens do país. 
Protege as nossas famílias para que não se deixem vencer pela seca, pelo medo, pela violência, pela falta de trabalho e dê esperança no domingo da ressurreição. 
Meu São José, padroeiro dos trabalhadores, não me deixe sem o pão de cada dia e sem perspectiva de um novo dia para minha família. 
Com o dinheiro do meu futuro emprego, ajudarei uma instituição de caridade e divulgarei esta devoção. Por Cristo Senhor nosso. Amém.
SANTO DO DIA 
SANTO ANTÃO, ABADE
Este insigne pai do monaquismo nasceu no Egito por volta do ano 250. Depois da morte dos pais, distribuiu seus bens aos pobres e retirou-se para o deserto, onde começou a levar vida de penitente. Teve numerosos discípulos e trabalhou em defesa da Igreja, estimulando os confessores da fé durante a perseguição de Diocleciano e apoiando Santo Atanásio na luta contra os arianos. Morreu em 356.

Oração: Ó Deus, que chamastes ao deserto Santo Antão, pai dos monges, para vos servir por uma vida heroica, dai-nos, por suas preces, a graça de renunciar a nós mesmos e amar-vos acima de tudo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

As coisas exteriores nada significam para um amor puro.

As coisas exteriores nada significam para um amor puro, ele penetra tudo. Nem as portas da prisão, nem as portas do Céu prevalecem contra ele. Ele atinge o próprio Deus, e nada consegue extingui-lo. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 201]. Jesus eu confio em Vós! 
O QUE É A FÉ?
A fé não é um sentimento cego nem um ato de confiança afetiva em Deus, mas sim uma atitude da inteligência, que, movida pela vontade livre, diz sim a Deus que se revela.

Não se pode crer em qualquer crença, “apenas para se ter uma vida espiritual ou uma religião”.  Não se pode crer em algo vago, indefinido, sentimental; só se pode crer em algo que a inteligência examinou e aprovou.

Não se pode, portanto, cultivar qualquer anti-intelectualismo diante da fé. A fé é o ato mais nobre do homem, pois aplica a faculdade mais digna do ser humano (a inteligência) ao objeto mais elevado e perfeito, que é Deus.

A fé é um ato da inteligência, mas é também uma atitude da inteligência movida pela vontade. As proposições da fé não podem ser vistas e provadas como as da ciência, mas, pela análise da inteligência, essas proposições podem ser tidas como aceitáveis. Assim, depois de examinadas as propostas da fé, a inteligência pode consentir em crer e passar para a nossa vontade a decisão final: crer ou não crer.

A inteligência pede credenciais para crer, e essa baseia-se na autoridade e credibilidade de quem ou do que transmite a mensagem.

Diz São Tomás de Aquino que “o homem não acreditaria se não visse que deve crer” (Suma Teológica I/II qu.1, art. 4, da 2).

Assim, a fé é um ato livre, um gesto voluntário prestado à autoridade de Deus que se revela. É um ato mais nobre do que os outros, cujo objeto é tão evidente que eles se tornam obrigatórios. O ato de fé supõe reflexão e decisão consciente e responsável.
Pela fé o homem se entrega todo a Deus.

Jesus exigiu que os judeus do seu tempo cressem pelas credenciais que Ele apresenta:
Jo 7,46: “Se vos digo a verdade, por que não me credes?”. Hb 11,1: “A fé é a posse antecipada das coisas que esperamos; é a demonstração das coisas que não vemos”.

Ter fé é algo raro ou difícil para o ser humano. Na vida cotidiana, todo homem, mesmo o ateu, exercita a fé. Você acredita no médico, no professor que ensina, no padeiro que fez o pão e nele não colocou veneno etc. Sem esses atos de fé, seria impossível viver.

Quando um homem e uma mulher se casam, cada um crê no outro. Então, se cremos nas pessoas, não é contrário à nossa dignidade acreditar, pela fé, na revelação de Deus em plena adesão do intelecto e da vontade, e entrar, assim, em comunhão íntima com Ele.

Quando você ouve uma notícia na TV ou no jornal, você acredita se a fonte lhe inspira confiança. Todo homem crê também nos historiadores que, com seriedade, lhe relatam o passado.

Segundo o Catecismo da Igreja, “a fé é uma adesão pessoal do homem inteiro a Deus, que se revela. Ela inclui uma adesão da inteligência e da vontade à revelação que Deus fez de si mesmo por suas ações e palavras”. (§173)

Crer tem uma dupla referência: a verdade é a pessoa que revela a verdade, por confiança nessa pessoa. “Crer” é um ato humano, consciente e livre, que corresponde à dignidade da pessoa humana (Cat. §18-0).

O Catecismo ensina também que “crer” é um ato eclesial. A fé da Igreja precede, gera, sustenta e alimenta nossa fé. A Igreja é mãe de todos os crentes. “Ninguém pode ter a Deus por Pai, que não tenha a Igreja por mãe” (S. Cipriano, De unitate).

Essa é a fé católica: “Nós cremos em tudo o que está contido na Palavra de Deus, escrita ou transmitida (Tradição apostólica), e que a Igreja propõe  a crer como divinamente revelado” (Cat. §182).
Fonte:https://formacao.cancaonova.com/igreja/doutrina/o-que-e-a-fe/
Oração curta ao Anjo da Guarda
Santo anjo do senhor, meu zeloso guardador, já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarde, me governe e ilumine.
Na presença de Deus, prometo solenemente honrar e imitar as virtudes de meu Anjo da Guarda, principalmente sua pureza, caridade e obediência a vontade divina.
Sempre me tome a minha frente, meu anjo da guarda, Amém.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

A esperança, força dos mártires

Não sabia que nesses recantos mais obscuros, o Senhor tivesse colocado tanta felicidade. Agora compreendo que até na prisão pode jorrar do peito puro a plenitude do amor para Convosco, Senhor. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 201]. Jesus eu confio em Vós! 
Catequese do Papa Francisco: a esperança, força dos mártires 
CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 28 de junho de 2017

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Hoje refletimos sobre esperança cristã como força dos mártires. Quando, no Evangelho, Jesus envia os discípulos em missão, não os ilude com miragens de fácil sucesso; pelo contrário, adverte-os claramente que o anúncio do Reino de Deus comporta sempre uma oposição. E usa também uma expressão extrema: “Sereis odiados – odiados – por todos por causa do meu nome” (Mt 10, 22). Os cristãos amam, mas nem sempre são amados. Desde o início Jesus nos coloca diante desta realidade: em uma medida mais ou menos forte, a confissão da fé ocorre em um clima de hostilidade.

Os cristãos são, portanto, homens e mulheres “contracorrente”. É normal: porque o mundo é marcado pelo pecado, que se manifesta em várias formas de egoísmo e de injustiça, quem segue Cristo caminha em direção contrária. Não por espírito polêmico, mas por fidelidade à lógica do Reino de Deus, que é uma lógica de esperança e se traduz no estilo de vida baseado nas indicações de Jesus.

E a primeira indicação é a pobreza. Quando Jesus envia os seus em missão, parece que coloca mais atenção no “despir-se” que no “vestir-se”! De fato, um cristão que não seja humilde e pobre, desapegado das riquezas e do poder e sobretudo desapegado de si, não se assemelha a Jesus. O cristão percorre o seu caminho neste mundo com o essencial para o caminho, porém com o coração cheio de amor. A verdadeira derrota para ele ou para ela é cair na tentação da vingança e da violência, respondendo ao mal com o mal. Jesus nos diz: “Eu vos envio como ovelhas em meio aos lobos” (Mt 10, 16). Portanto, sem facões, sem armas, sem garras. O cristão, ao contrário, deverá ser prudente, às vezes também astuto: estas são virtudes aceitas pela lógica evangélica. Mas a violência nunca. Para derrotar o mal, não se podem compartilhar os métodos do mal.

A única força do cristão é o Evangelho. Nos tempos de dificuldade, deve-se acreditar que Jesus está diante de nós, e não cessa de acompanhar os seus discípulos. A perseguição não é uma contradição ao Evangelho, mas faz parte: se perseguiram o nosso Mestre, como podemos esperar que nos seja poupada a luta? Porém, bem no meio do turbilhão, o cristão não deve perder a esperança, pensando ter sido abandonado. Jesus assegura os seus dizendo: “Até os cabelos da vossa cabeça foram contados” (Mt 10, 30). Como dizer que nenhum dos sofrimentos do homem, nem mesmo o menor e mais escondido, são invisíveis aos olhos de Deus. Deus vê e seguramente protege; e dará a sua força. Há de fato no meio de nós Alguém que é mais forte que o mal, mais forte que as máfias, que as tramas obscuras, de quem lucra na pele dos desesperados, de quem que esmaga os outros com prepotência…Alguém que escuta desde sempre a voz do sangue de Abel que grita na terra.

Os cristãos devem, portanto, estar “do outro lado” do mundo, aquele escolhido por Deus: não perseguidores, mas perseguidos; não arrogantes, mas mansos; não vendedores de fumo, mas submetidos à verdade; não impostores, mas honestos.

Esta fidelidade ao estilo de Jesus – que é um estilo de esperança – até a morte, será chamada pelos primeiros cristãos com um nome belíssimo: “martírio”, que significa “testemunho”. Havia tantas outras possibilidades, oferecidas pelo vocabulário: poderia-se chamar heroísmo, abnegação, sacrifício de si. E em vez disso os cristãos desde o primeiro momento chamaram com um nome que perfuma de discipulado. Os mártires não vivem para si, não combatem para afirmar as próprias ideias e aceitam dever morrer somente por fidelidade ao Evangelho. O martírio não é nem mesmo o ideal supremo da vida cristã, porque acima disso está a caridade, isto é, o amor para Deus e para o próximo. Diz isso bem o apóstolo Paulo no hino à caridade: “Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria” (1 Cor 13,3). Repugna os cristãos a ideia que os atentadores suicidas possam ser chamados “mártires”: não há nada em seu fim que possa se aproximar do comportamento dos filhos de Deus.

Às vezes, lendo as histórias de tantos mártires de ontem e de hoje – que são mais numerosos que os mártires dos primeiros tempos – ficamos maravilhados diante da força com que enfrentaram a prova. Esta força é sinal da grande esperança que os animava: a esperança certa que nada e ninguém podia separá-los do amor de Deus doado em Jesus Cristo (cfr Rm 8, 38-39).

Que Deus nos dê sempre a força de sermos testemunhas. Dê a nós viver a esperança cristã sobretudo no martírio escondido de fazer bem e com amor os nossos deveres de todos os dias. Obrigado.
Fonte: https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/catequese-papa-francisco-esperanca-forca-dos-martires/
Novena "Almas Aflitas"
Segunda-feira, dia dedicado as Almas do Purgatório.
"Pai Eterno, eu vos ofereço o sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, intercedei pelas almas aflitas.
E vós, almas aflitas, ide perante a Deus e pedi a graça que necessito (fazer o pedido)". Rezar: Pai Nosso, Ave Maria e o Glória.

“Dai Senhor as almas o descanso eterno e que a luz perpétua as ilumine, Descansem em paz. Amém”.

domingo, 14 de janeiro de 2018

A Vossa grandeza é a minha plenitude.

Desde o momento em que nos conhecemos, tenho sido feliz. A Vossa grandeza é a minha plenitude. Ó Jesus, se estou no último lugar e abaixo até das mais jovens postulantes, então é que me sinto no meu lugar. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 201]. Jesus eu confio em Vós! 
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Naquele tempo, 35João estava de novo com dois de seus discípulos 36e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” 37Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus.
38Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?”
39Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde.
40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. 41Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo).
42Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra).
Palavra da Salvação. Glória a vós, Senhor.
Oração Nacional do Laicato
Cristãos leigos e leigas sujeitos na Igreja em saída, a serviço do Reino.
Sal da Terra e Luz do Mundo.
(Mt 5, 13-14)
26/11/2017 a 25/11/2018
Ó Trindade Santa, Amor pleno e eterno,  que estabelecestes a Igreja como vossa
“imagem terrena”: Nós vos agradecemos pelos dons, carismas, vocações, ministérios e serviços  que todos os membros de vosso povo realizam  como “Igreja em saída”, para o bem comum, a missão evangelizadora e a transformação social, no caminho de vosso Reino.
Nós vos louvamos pela presença e organização dos cristãos leigos e leigas no
Brasil sujeitos eclesiais, testemunhas de fé,  santidade e ação transformadora.
Nós vos pedimos, que todos os batizados atuem como sal da terra e luz do mundo:  na família, no trabalho, na política e na economia, nas ciências e nas artes, na educação, na cultura e nos meios de comunicação; na cidade, no campo e em todo o planeta, nossa “casa comum”.
Nós vos rogamos que todos contribuam para que os cristãos leigos e leigas  compreendam sua vocação e identidade, espiritualidade e missão, e atuem de forma organizada na Igreja e na sociedade à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres.
Isto vos suplicamos pela intercessão da Sagrada Família, Jesus, Maria e José,
modelos para todos os cristãos. Amém!

sábado, 13 de janeiro de 2018

Jesus, só Vós conheceis o meu coração.

 Desejo ocultar-me de tal maneira que nenhuma criatura consiga penetrar o meu coração. Jesus, só Vós conheceis o meu coração. Jesus, só Vós conheceis o meu coração e o possuís todo. Ninguém conhece o nosso segredo; com um só olhar nos compreendemos mutuamente. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 201]. Jesus eu confio em Vós! 
Eu vos saúdo, amabilíssimo Coração de Maria, que ardeis continuamente em vivas chamas do divino amor; por Ele vos suplico, minha Mãe amorosíssima, acendais meu tíbio coração nesse divino fogo em que estais sempre inflamada. Ave Maria… Glória ao Pai…
Santo Hilário de Poitiers, mesmo exilado não deixou de evangelizar
Um dos santos padres da Igreja de Cristo, ele nasceu no ano de 315, em Poitiers, na França. Buscava a felicidade; mas sua família, pagã, vivia segundo a filosofia hedonista, ligada ao povo grego-romano; ou seja, felicidade como sinônimo de prazeres, com puro bem-estar. Então, aquele jovem dado aos estudos, se perguntava quanto ao fim último do ser humano; não podia acabar tudo ali com a morte; foi perseguindo a verdade.

O Espírito Santo foi agindo até ele conhecer as Sagradas Escrituras. O Antigo Testamento o levou proclamar o Deus uno, que merece toda a adoração. Passando para o Novo Testamento, Santo Hilário foi evangelizado e, numa busca constante, ele se viu necessitado do santo batismo, entrar para Igreja de Cristo e se fazer membro deste Corpo Místico. Em 345, foi batizado. Não demorou muito já era sacerdote e, depois, ordenado bispo para o povo de Poitiers.

Ele sofria com as heresias do arianismo. Santo Hilário, pela sua pregação e seus escritos, foi chamado “O Atanásio do Ocidente”, porque ele combateu o Arianismo do Oriente. No tempo em que o imperador Constâncio começou a apoiar esta heresia, Santo Hilário não teve medo das autoridades. Se era para o bem do povo, ele anunciava com ousadia até ser exilado, mas não deixou de evangelizar nem mesmo na cadeia. Por conselho, o próprio imperador o assumiu de volta em 360, porque os conselheiros sabiam da grande influência desse santo bispo que não ficava apenas em Poitiers, mas percorria toda a França.

Ele voltou, convocou um Concílio em Paris, participou de tantos outros conselhos no ocidente, mas sempre defendendo essa verdade que é Jesus Cristo, verdadeiro Deus, verdadeiro homem.

Santo Hilário de Poitiers foi se consumindo por essa verdade. Pelos seus escritos que chegam até o tempo de hoje, percebe-se este amor por Jesus Cristo. Não só numa busca pessoal, mas de promover a salvação dos outros. No século IV, ele partiu para a glória.
Santo Hilário de Poitiers, rogai por nós!

OREMOS: Ó Senhor Deus, confesso minha crença na Santíssima Trindade. Vós sois Pai, Vós sois Filho, vós sois Espírito Santo. Dai-nos a graça de Vos sentir presente no mais íntimo de nossos corações. Nós vos louvamos, Senhor. Amém.