domingo, 25 de janeiro de 2026

3º domingo do tempo comum - Jesus proclamava o Evangelho do reino e curava todas as doenças entre o povo.

 

25.01.37. Hoje, a minha alma está afundada em amargura. Ó Jesus, ó meu Jesus, hoje a qualquer um é permitido despejar mais amargura no meu cálice. Não importa se amigo ou inimigo, cada qual pode me causar sofrimentos, e Vós,. Ó Jesus, tendes de me dar vigor e força nestes momentos difíceis. Hóstia santa, sustentai-me e fechai os meus lábios para murmurações e queixas. Quando me calo, sei que irei vencer. Editora Apostolado da Divina Misericórdia. [Diário de Santa Faustina nº 896]. Jesus eu confio em Vós!

Mateus 4,12-23

Quando Jesus ouviu dizer

que João Baptista fora preso,

retirou-Se para a Galileia.

Deixou Nazaré e foi habitar em Cafarnaum,

terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali.

Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, ao dizer:

«Terra de Zabulão e terra de Neftali,

estrada do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios:

o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz;

para aqueles que habitavam na sombria região da morte,

uma luz se levantou».

Desde então, Jesus começou a pregar:

«Arrependei-vos, porque o reino de Deus está próximo».

Caminhando ao longo do mar da Galileia,

viu dois irmãos:

Simão, chamado Pedro, e seu irmão André,

que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores.

Disse-lhes Jesus: «Vinde e segui-Me

e farei de vós pescadores de homens».

Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O.

Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos:

Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João,

que estavam no barco, na companhia de seu pai Zebedeu,

a consertar as redes.

Jesus chamou-os

e eles, deixando o barco e o pai, seguiram-no.

Depois começou a percorrer toda a Galileia,

ensinando nas sinagogas,

proclamando o Evangelho do reino

e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.

Palavra da Salvação. Glória a Vós Senhor.

Por amor de Cristo, Paulo tudo suportou
O que é o homem, quão grande é a dignidade da nossa natureza e de quanta virtude é capaz a criatura humana, Paulo o demonstrou mais do que qualquer outro. Cada dia ele subia mais alto e se tornava mais ardente, cada dia lutava com energia sempre nova contra os perigos que o ameaçavam. É o que depreendemos de suas próprias palavras: Esquecendo o que fica para trás, eu me lanço para o que está na frente (cf. Fl 3,13). Percebendo a morte iminente, convidava os outros a comungarem da sua alegria, dizendo: Alegrai-vos e congratulai-vos comigo (Fl 2,18). Diante dos perigos, injúrias e opróbrios, igualmente se alegra e escreve aos coríntios: Eu me comprazo nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições (2Cor 12,10); porque sendo estas, conforme declarava, as armas da justiça, mostrava que delas lhe vinha um grande proveito.
Realmente, no meio das insídias dos inimigos, conquistava contínuas vitórias triunfando de todos os seus assaltos. E em toda parte, flagelado, coberto de injúrias e maldições, como se desfilasse num cortejo triunfal, erguendo numerosos troféus, gloriava-se e dava graças a Deus, dizendo: Graças sejam dadas a Deus que nos fez sempre triunfar (2Cor 2,14). Por isso, corria ao encontro das humilhações e das ofensas que suportava por causa da pregação, com mais entusiasmo do que nós quando nos apressamos para alcançar o prazer das honrarias; aspirava mais pela morte do que nós pela vida; ansiava mais pela pobreza do que nós pelas riquezase desejava muito mais o trabalho sem descanso do que nós o descanso depois do trabalho. Uma só coisa o amedrontava e fazia temer: ofender a Deus. E uma única coisa desejava: agradar a Deus.
Só se alegrava no amor de Cristo, que era para ele o maior de todos os bens; com isto julgava-se o mais feliz dos homens; sem isto, de nada lhe valia ser amigo dos senhores e poderosos. Com este amor preferia ser o último de todos, isto é, ser contado entre os réprobos, do que encontrar-se no meio de homens famosos pela consideração e pela honra, mas privados do amor de Cristo.
Para ele, o maior e único tormento consistia em separar-se de semelhante amor; o seu único castigo, o infinito e intolerável suplício.
Em compensação, gozar do amor de Cristo era para ele a vida, o mundo, o anjo, o presente, o futuro, o reino, a promessa, enfim, todos os bens. Afora isto, nada tinha por triste ou alegre. De tudo o que existe no mundo, nada lhe era agradável ou desagradável.
Não se importava com as coisas que admiramos, como se costuma desprezar a erva apodrecida. Para ele, tanto os tiranos como as multidões enfurecidas eram como mosquitos.
Considerava como brinquedo de crianças os mil suplícios, os tormentos e a própria morte, desde que pudesse sofrer alguma coisa por Cristo.


Oração: Ó Deus, que instruístes o mundo inteiro pela pregação do apóstolo São Paulo, dai-nos, ao celebrar hoje sua conversão, caminhar para vós seguindo seus exemplos, e ser no mundo testemunhas do Evangelho. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Papa Francisco e o Domingo da Palavra de Deus

O Santo Padre estabeleceu em 2019 que “o III Domingo do Tempo Comum é dedicado à celebração, reflexão e divulgação da Palavra de Deus”.

fonte:https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2024-01/domingo-da-palavra-de-deus-21-de-janeiro-papa-francisco-vaticano.html

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